google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


A empresa de preparação do piloto alemão de rali Günter Irmscher tinha uma boa relação de trabalho com a Opel nos anos 90. A Opel, como qualquer empresa com alto volume de produção, tem dificuldades de produzir carros especiais de pequena série. Uma das saídas possíveis é o arranjo que criou o carro deste post.
Foto: pedaleiro.com.br

Como rola uma boa discussão sobre o que é melhor que o quê, se tração traseira ou tração dianteira, aqui vai uma pequena história.

Bem final dos anos 1960, meu irmão e eu, com as respectivas esposas, fomos ao sítio da família em São Lourenço. A propriedade estava sendo vendida e aquela ida era para a despedida de um lugar onde passamos boa parte da nossa infância, nas férias, muitos momentos felizes.


Há alguns meses destilei mais um pouco de minha admiração pelo Audi Quattro, nesse post aqui. Falei sobre a empresa Ferguson, de onde tudo começou.

Ao se pesquisar um pouco sobre as origens da tração nas quatro rodas para carros modernos, com diferenciais viscosos, e sem os pesados diferenciais de pares cônicos coroa-pinhão dentro de uma caixa de transferência, sempre se chega ao sistema de nome Ferguson Formula.

Em 2006 houve a 24ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, e para este evento a FEI levou alguns de seus carros experimentais. Um deles foi o modelo FEI X-1 (foto acima), uma reconstrução fiel do modelo original que havia sido perdido ao longo dos anos. Como um dos integrantes da equipe que o reconstruiu, quero contar um fato que para nós até hoje não é bem claro, mas foi muito forte na história deste projeto.