Foto: www.carmagazine.co.uk
A foto acima chegou ontem ao AE pelo boletim da revista inglesa Car e se refere ao BMW Z2 (primeiro plano) e Série 1 GT, ambos ainda distantes, 2016 e 2014, respectivamente. A novidade é algo temido pelos admiradores da marca bávara, entre os quais me incluo, mas sem nenhum temor de minha parte: tração dianteira. Esse assunto vem ao encontro do que o MAO escreveu sobre a vinda dos motores BMW 4-cilindros de alta eficiência, qual seja, novos tempos de parcimônia no uso dos combustíveis, embora eu já tenha manifestado estarmos diante de uma verdadeira histeria, a carbônica.
Por que não temo um BMW de tração dianteira? Simplesmente porque o comportamento dinâmico dos carros converge de maneira impressionante, pouco interessando quais são as rodas motrizes. Aquilo que o experiente jornalista automobilistico canadense Jim Kenzie disse há coisa de dez anos, "A tração é nas rodas que Deus quis que fossem motrizes", referido-as às rodas traseiras de um Cadillac que testou, perde sentido cada vez mais. Mesmo dirigido com máximo vigor, um carro de tração dianteira bem-feito nada deixa a desejar em relação a um tração-traseira projetado e fabricado com esmero.


