google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Incrível como determinadas sensações nos acompanham pela vida toda. A de começar a dirigir, por exemplo. Me lembro que foi com dez anos feitos. Se sou de novembro de 1942, então foi bem no final de 1952 ou início de 1953, nas férias escolares.

Tio Paulo, irmão de minha mãe, tinha uma motocicleta BMW R50 1938 e sempre me levava para uma voltas, eu sentado no tanque. Até mesmo na moto anterior, uma Royal Enfield, inglesa, 350 cm³. Dessas duas lembro o odor de gasolina que exalava de algum lugar, ou do tanque, ou da boia do carburador, ou ambos, mas o fato é que para mim aquilo era perfume, especialmente junto com o calor que o motor irradiava. Eu achava a BMW com cardã em vez de corrente o máximo.



O post do Mustang me fez revisitar algumas fotos de um comparativo entro um Camaro 67 e um Mustang 68 que fiz junto com o primo Arnaldo em 2009. Uma das fotos que me chamou a atenção foi a do volante do Mustang. Um lindo Moto-Lita com aro de madeira, feito à mão.

Trata-se de um acessório que proporciona muito mais requinte e classe, e também prazer. Aliás, é através do volante que cumprimentamos o carro como num aperto de mão, "prazer em conhecê-lo". E o encontro com um volante bacana, que tem história e tem uma aparência familiar, já nos ajuda a gostar mais do carro, na maioria das vezes.


Navegando pela internet atrás de informações sobre motos de corrida com motores pequenos, achei a página www.suzukicycles.org e me impressionei com algumas especificações. O modelo RK67, que competiu no último ano (1967) antes da restrição a motores com mais de um cilindro, usava um 2-cilindros 2-tempos, refrigerado a água, que rendia 17,5 cv a 17.300 rpm, capaz de impressionantes 176 km/h, e por conta da estreitíssima faixa útil utilizava uma caixa de câmbiocom 14 marchas. Imaginem a quantidade de mudanças de marchas durante uma corrida !

Fotos: Ervin Moretti, salvo outra indicação

Estacionamento lotado desde cedo (foto Alan Freitas)
A foto acima dá boa ideia do que foi o encontro VW em comemoração ao Dia Nacional do Fusca,  20 de janeiro, celebrado ontem.. A Volkswagen colaborou  soberbamente com o evento abrindo seus portões da Fábrica  1 na Via Anchieta, km 23,5 para que fãs do besouro pudessem se reunir e festejar a data no ambiente o mais propício imaginável.

O amigo e conselheiro do Fusca Clube do Brasil, Ervin Moretti, engenheiro mecânico e administrador de empresas, e dono de um Fusca 1300 ano 1974 que batizou de "Horácio", descreveu especialmente para o AUTOentusiastas o memorável encontro: