google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
O detalhe do vidro traseiro do Corvette 1963, o famosos "split window", é o elemento de design mais famoso de todos os Corvettes. Sem dúvida é um dos detalhes mais bonitos também. Mas durou apenas um ano!

A segunda geração do Corvette - o C2 - foi lançado em 1963 com um design completamente novo. O lindo design teve origem no Sting Ray Racer de 1958, um carro para testes de performance que acabou fazendo sucesso nas corridas e mais tarde se transformou em showcar.

Sting Ray Racer

Para o C2 conversível o design estava praticamente pronto, pois o Sting Ray Racer era um open top. Para o coupe a inspiração veio da admiração do Bill Mitchel - chefe de design da GM na época - por coupes franceses da década de 30 como Talbot-Lago, Delahaye e especialmente o Bugatti 57C Atlantic. Então o designer Larry Shinoda criou o coupe Chevrolet.

Bugatti Atlantic

O Bugatti influenciou diretamente a "espinha central" no vidro traseiro. No entanto o Sr. Duntov detestava o elemento de design que atrapalhava a visão traseira. Com a insitência do Bill Mitchel o Split Window foi para o mercado, para o nosso deleite.


STING RAYS - C2 Split Window 1963 e C3 1969

C2 Split Window 1963

Porém, em 1964, Duntov venceu a batalha e o Split Window se foi. Mas o Duntov tem tantos créditos que esse fato não o desmerece em nada. Muito pelo contrario, acabou transformando o 63 em algo muito especial.


Henry Pearman é inglês e tem uma coleção de Jaguares. Uma frase sem novidades, até que se pesquise como é a coleção. Simplesmente a maior do mundo, cerca de 45 exemplares, e apenas do E-Type, aquele que é considerado como o carro mais bonito de todos os tempos. Pearman não apenas coleciona, mas restaura e aprimora os E-Type em sua empresa, a Eagle.
O que começou aos 4 anos de idade como uma atração infantil, se tornou seu negócio, bastante completo abrangendo restaurações a nível original, ou melhorando o modelo. Até mesmo um sistema de injeção eletrônica pode ser adicionado aos E-Type. Óbvio que melhorias em toda parte de chassis também podem ser feitas, como freios modernos, suspensões mais justas, bem como direção.
Segundo o próprio Pearman, a intenção é permitir que os donos de E-Type possam aproveitar os dotes dinâmicos do carro hoje, como era feito em 1961, quando o modelo era novo.
Seu padrão de trabalho é tão alto, tão perfeito, que o primeiro exemplar do E-Type, com matrícula 77 RW, de propriedade da própria Jaguar, é mantido na Eagle.

O primeiro exemplar do E-Type, de 1961.
Hoje a velocidade das restaurações é de 2 ou 3 carros ao ano, e uma fila de 5 anos é a média.
Conforme muitos devem saber, pois já foi noticiado em outros lugares, foi entregue em julho passado o primeiro modelo Speedster, um E-Type todo melhorado, que nasceu de um pedido de um cliente americano. Esse é o carro das fotos abaixo.
Como um agravante para tão absurdo comportamento, Henry Pearman também tem cerca de 15 Porsches em sua coleção. Um deles é este abaixo, fotografado em Goodwood 2008.

Não vou dizer mais nada. A imagem de parte de sua garagem fala por si própria.
JJ

O Concorso Italiano de Monterey, California, é um dos vários eventos que acontecem todo ano nessa parte do paraíso terrestre, principalmente para quem gosta de carros. Vejam os posts do Milton Belli para mais detalhes.
Nesse ano, foi comemorado o aniversário de 25 anos do Ferrari 288 GTO, e Monterey viu a reunião de nada menos de 15 exemplares, inclusive um Evoluzione, o carro que foi utilizado como mula do F40. Vejam que não é nenhum primor de estilo e beleza, mas tem uma presença ameaçadora, sem dúvida.
Esse monstro é um dos meus Ferrari preferidos, entre vários outros.



Qualquer dia faço uma lista "tipo Marco Antonio Oliveira" com as dez mais.
JJ
Pesquisando fotos para o meu post de ontem, achei este dragster com dois slant 4 Pontiac:


Não seria mais fácil usar o V8 389 duma vez? Eu, ein... esses americanos...

MAO