google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Henry Pearman é inglês e tem uma coleção de Jaguares. Uma frase sem novidades, até que se pesquise como é a coleção. Simplesmente a maior do mundo, cerca de 45 exemplares, e apenas do E-Type, aquele que é considerado como o carro mais bonito de todos os tempos. Pearman não apenas coleciona, mas restaura e aprimora os E-Type em sua empresa, a Eagle.
O que começou aos 4 anos de idade como uma atração infantil, se tornou seu negócio, bastante completo abrangendo restaurações a nível original, ou melhorando o modelo. Até mesmo um sistema de injeção eletrônica pode ser adicionado aos E-Type. Óbvio que melhorias em toda parte de chassis também podem ser feitas, como freios modernos, suspensões mais justas, bem como direção.
Segundo o próprio Pearman, a intenção é permitir que os donos de E-Type possam aproveitar os dotes dinâmicos do carro hoje, como era feito em 1961, quando o modelo era novo.
Seu padrão de trabalho é tão alto, tão perfeito, que o primeiro exemplar do E-Type, com matrícula 77 RW, de propriedade da própria Jaguar, é mantido na Eagle.

O primeiro exemplar do E-Type, de 1961.
Hoje a velocidade das restaurações é de 2 ou 3 carros ao ano, e uma fila de 5 anos é a média.
Conforme muitos devem saber, pois já foi noticiado em outros lugares, foi entregue em julho passado o primeiro modelo Speedster, um E-Type todo melhorado, que nasceu de um pedido de um cliente americano. Esse é o carro das fotos abaixo.
Como um agravante para tão absurdo comportamento, Henry Pearman também tem cerca de 15 Porsches em sua coleção. Um deles é este abaixo, fotografado em Goodwood 2008.

Não vou dizer mais nada. A imagem de parte de sua garagem fala por si própria.
JJ

O Concorso Italiano de Monterey, California, é um dos vários eventos que acontecem todo ano nessa parte do paraíso terrestre, principalmente para quem gosta de carros. Vejam os posts do Milton Belli para mais detalhes.
Nesse ano, foi comemorado o aniversário de 25 anos do Ferrari 288 GTO, e Monterey viu a reunião de nada menos de 15 exemplares, inclusive um Evoluzione, o carro que foi utilizado como mula do F40. Vejam que não é nenhum primor de estilo e beleza, mas tem uma presença ameaçadora, sem dúvida.
Esse monstro é um dos meus Ferrari preferidos, entre vários outros.



Qualquer dia faço uma lista "tipo Marco Antonio Oliveira" com as dez mais.
JJ
Pesquisando fotos para o meu post de ontem, achei este dragster com dois slant 4 Pontiac:


Não seria mais fácil usar o V8 389 duma vez? Eu, ein... esses americanos...

MAO
Em 1992, um professor muito bacana que tive na FEI, o Rui Blanco, deu a dica de que todo bom engenheiro deve ter sempre a mão uma pastinha com fórmulas, tabelas de conversões, gráficos, curvas e materiais de consulta mais utilizados(naquela época não havia a facilidade da Internet. As provas do Rui Blanco eram sempre com consulta.

Dica meio óbvia, mas até então eu não tinha a minha pastinha. A partir dalí juntei dezenas de pastinhas por todo lado. Passei a guardar também artigos, fotos, propagandas e tudo que achava interessante. Cheguei a ter um arquivo inteiro "para consulta" em um dos meus empregos. Tudo separado por assunto.

Ao longo dos anos, depois de muitas limpezas, e também devido a falta de espaço, sobraram algumas poucas. Hoje procurando por um material em uma delas, encontrei muita coisa antiga e bacana. É uma delícia fazer isso de tempos em tempos e refrescar a memória.

Entre os achados de hoje estava uma página que arranquei de uma revista (Caras!) em 1999. Guardei a página pois a foto, e o fato que ela retrata, são simplesmente espetaculares. Acho que todo mundo lembra do incidente, mas essa foto sempre vai nos chocar.

Nas 24 Horas de Le Mans de 1999 dois do 3 Mercedes CLR inscritos foram protagonistas de 3 vôos. Nos treinos o carro de número 4 pilotado pelo Mark Webber descolou do solo e levantou vôo. O piloto não se machucou. O carro foi reconstruido e ajustado para ter maior pressão aerodinâmica na dianteira para voltar ao grid.

No entanto, no warm-up da manhã de sábado o mesmo carro saiu pelos ares novamente. Esse é o acidente da foto abaixo (que tirei da revista). A Mercedes julgou que era um problema específico desse carro e manteve os outros dois na corrida.

Imagem insólita

Durante a corrida aconteceu mais um acidente na volta 74. Desta vez com o carro de número 5, pilotado por Peter Dumbreck, que aterrissou fora da pista. Este foi filmado.


Somente depois do terceiro acidente a Mercedes abandonou a prova retirando o carro número 6 da corrida que, para piorar a situação da marca, foi vencida por um BMW. O programa CLR foi cancelado apesar de inicialmente os acidentes terem sido atribuídos as irregularidades da pista. Porém, mais tarde a Mercedes admitiu problemas com a aerodinâmica do CLR.

Esses acidentes, ocorridos dois anos depois do fiasco sofrido pelo Classe A ao capotar no teste do alce, deixaram manchas na excelência técnica da Mercedes. Felizmente essas manchas agora são passado.