
Poucos se lembram que na infância do carro a álcool, em 1977, era preciso uma autorização para reabastecer com o então novo combustível. Ela consistia do selo acima, que era aplicado no vidro do vigia e era fornecido pelo Conselho Nacional do Petróleo, daí as iniciais CNP. O órgão não existe mais, havendo em seu lugar a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, cuja sigla é ANP.
A ANP é uma autarquia vinculada ao Ministério de Minas e Energia e foi criada em 14 de janeiro de 1998 por meio do Decreto n° 2.455. É responsável pela execução da política nacional para o setor energético do petróleo, gás natural e biocombustíveis, de acordo com a Lei do Petróleo (Lei no 9.478/1997).
Vale lembrar que na época o carro a álcool ainda não havia chegado -- só surgiria dois anos mais tarde -- e quem resolvesse utilizar o álcool-combustível precisava antes mandar converter o motor numa oficina credenciada, geralmente uma retífica de motores, que era quem aplicava o selo no veículo depois de pronto.
Os resultados dessa conversões não eram nada animadores e ajudaram a estigmatizar o carro a álcool.
BS





JJ 
