google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Tentei e quase consegui, uma picape com quase 1.000 cv, 980 para ser exato. Mas não sei porque não é lá essas coca-colas todas não, acho que estou perdendo algum detalhe.

Tem 300 na frente, o pretinho tem mais 330 e o azul, 350. No total, 980. Será porque o mais fraquinho está lá na frente sozinho, é isso?

Mais uma do azulzinho, porque não é todo dia que tenho um aqui assim não. E o detalhe das velas tortas, maravilhosa e pornograficamente inclinadas para que se usem válvulas maiores sem sacrificar o cabeçote.


O pretinho, com cabeçotes normais, na configuração antiga, de primeira geração ainda, tem as velas normais e cabeçotes de ferro, que são bons para apenas 330 cv, contra os 350 do LT1 de segunda geração.

Ê vida dura, agora é descarregar isso aí tudo e começar a brincar de ratinho....

AG


Eu não sabia que os pneus Kelly ainda existiam.

Foto de 1 fev 09, Estação da Luz, São Paulo.


O principal, senão único, problema do Honda Fit, a fábrica acabou com ele: aproveitando a primeira evolução, recalibrou a suspensão, imagino que só cargas dos amortecedores (pelo menos é no que eu mexeria), que eram altas demais. Com isso, mais as alterações dimensionais e grande aumento de potência no motor 1,4-litro (1,339 litro, na verdade), o compacto japonês deu um bom salto.

Passei uns dias com um LXL de câmbio manual, que se mostrou um agradável e eficiente veículo familiar. Aliás, eficiência é lugar-comum nos Hondas, que exibem uma engenharia e uma fabricação de respeito. Tem sido assim desde que conheci o primeiro Honda, um Accord 1991, ainda durante meu tempo na revista Oficina Mecânica.

O novo Fit, lançado durante o último Salão do Automóvel de São Paulo, está maior em todas as dimensões, inclusive bitolas e, no caso do LXL, 34 kg mais pesado (1.080 kg). O volume do compartimento de bagagem cresceu bem, de 353 para bons 384 litros.


Finalmente o Gurgel descansou.

O livro sobre sua vida, "Gurgel, um brasileiro de fibra", mostra sua incansável luta em busca do carro nacional, seu grande sonho. É um combustível para todos nós não desistirmos dos nossos sonhos. Nunca.

Já comentei sobre o livro no post: Gurgel

Aproveitei também para postar um wallpaper da única foto que tenho de um Gurgel, um modelo bem à frente do seu tempo, o Motomachine. Esse carro faz parte da coleção do Fabio Steinbruch.