google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foto: autor


Não sei qual o substantivo adequado para descrever a situação dessa foto, se incompetência, burrice ou má-fé. Ou os três juntos. Num trânsito complicado por natureza com o da cidade em que resido, a operadora  chamada Companhia (?) de Engenharia (?) de Tráfego promove uma insanidade dessas por causa da demarcação de faixa exclusiva de ônibus. Só poderia dar no que deu, mais lentidão. O local mostrado na foto é a av. Washington Luís, no viaduto sobre av. Jornalista Roberto Marinho.

Observe a largura da faixa: ele comporta dois carros, meio apertado mas comporta e, entretanto, não há a linha demarcatória. Chega a ser surreal. Eu já havia comentado isso, as novas faixas extra-largas, em outro post, mas essa situação que presenciei quando fui devolver o 408 Griffe à Peugeot nesta segunda-feira me pareceu mais apropriada para expor e comentar com o leitor essa loucura oficial.
Fotos: autor
Visual da dianteira agradável, sem o "bocão" da marca

O Peugeot 408 chegou em fevereiro de 2011, substituindo o 307 sedã, em três versões, Allure, Feline e Griffe, todas 2-litros flex, com câmbio manual de 5 marchas ou automático epicíclico de 4 na primeira e apenas automático nas duas superiores. Onze meses depois era a vez da versão Griffe THP, com o eficiente e amplamente utilizado pela PSA e pela MINI motor 1,6-litro turbo de 165 cv, de projeto BMW, associado ao transeixo Aisin AT6 de seis marchas, enquanto Allure e Feline 2-litros continuavam com o automático AT8 de quatro marchas (no lugar do AL4) que, mesmo tendo sido retocado na sua eletrônica de comando e apresentado bom funcionamento, ainda não era o ideal. Finalmente, em agosto, o Peugeot apresentou o 408 modelo 2014 cuja principal mudança foi a adoção do câmbio AT6 de seis marchas no lugar do de quatro, concomitantemente com a eliminação da versão Feline. Agora as versões são Allure 2,0 manual 5-marchas ou Allure 2,0 automática 6-marchas — esta objeto deste teste — e Griffe THP, automática apenas.

Eu já havia dirigido, recentemente, também em agosto, a combinação 2-litros-Aisin AT6 no Citroën C4 Lounge, que fiz questão de experimentar na apresentação à imprensa em Mendoza justamente para ver o resultado. Como se sabe, Citroën C4 e Peugeot 408 são "clones", de mesma plataforma, abrigados sob o guarda-chuva da PSA Peugeot Citroën.

Estilo elegante e com personalidade
Fotos: Divulgação/ Organizadores dos eventos.
Itatiba, SP - próximo a capital, encontro agradável e bom para ir com a família e passear pela região

É com grande satisfação que informamos, nossa recém-criada Agenda AUTOentusiastas está na sua segunda edição e começa a se tornar referência. Recebemos muitos e-mails divulgando os encontros de outubro. Para melhor visualização, colocaremos por estado e na ordem dos eventos.
O primeiro final de semana de outubro começa com possibilidades para antigomobilistas de todo o Estado de São Paulo. Próxima à capital, Itatiba faz as honras. Na região entre Mogi-Mirim (SP) e Poços de Caldas (MG) é a pequena e acolhedora cidade de Aguaí que abre suas portas aos veículos veteranos. A terra do calçado masculino, Franca, cidade próxima a Ribeirão Preto, mais uma vez recebe os veículos antigos, no evento organizado pelo CAAF.

Aguaí, SP – 6 de outubro –  região entre Mogi-Mirim, SP e Poços de Caldas, MG.
Franca,  próxima a Ribeirão Preto, é uma boa opção para todo o final de semana.



Os anos sessenta foram marcados por duelos épicos nas competições automobilísticas. Entre um dos mais marcantes, e que mais trouxe frutos aos amantes do esporte e de belos carros, foi entre Ferrari e Ford.

O final desta batalha acabou com a Ford finalmente vencendo a Ferrari em seu principal território, as corridas de longa duração de carros esporte. Depois de muito tentar, a Ford conseguiu bater a equipe do cavallino rampante com os lendários GT40, sob o controle de Carroll Shelby.

Antes do sucesso dos GT40, a Ford já vinha brigando a ferro e fogo com o seu nome representado pela equipe do texano Shelby e seus hot rods chamados Cobra. Ao colocar grandes e potentes V-8 americanos nos leves AC Ace ingleses, unindo leveza e força bruta, Shelby conseguiu se igualar em desempenho aos modelos europeus.