Fotos: Paulo Keller
Logo ao sair com o JAC J2 me surpreendi com a maciez da suspensão. A rua era daquelas em que jogaram de qualquer jeito uma massa de piche por cima de paralelepípedos, com paralelepípedos aqui, calombo ali, asfalto acolá, e o carro ia surpreendentemente macio. Essa maciez não é comum em carros assim compactos (tem 3.535 mm de comprimento, um centímetro menor que o Fiat 500).
Achei melhor verificar a pressão dos pneus. Poderiam estar com pouca pressão, o que ajudaria a amortecer a craqueira do piso. Logo parei num posto. A pressão estava quase OK, não estavam murchos o bastante para suavizar a coisa. Coloquei as pressões conforme o recomendado e aproveitei para olhar as bandejas da suspensão dianteira. As bandejas estavam planas, quase na horizontal. O J2, portanto, não fora erguido para entrar no mercado brasileiro, como é costume que façam. Ótimo, pois não desfizeram o que havia sido bem feito.
Logo ao sair com o JAC J2 me surpreendi com a maciez da suspensão. A rua era daquelas em que jogaram de qualquer jeito uma massa de piche por cima de paralelepípedos, com paralelepípedos aqui, calombo ali, asfalto acolá, e o carro ia surpreendentemente macio. Essa maciez não é comum em carros assim compactos (tem 3.535 mm de comprimento, um centímetro menor que o Fiat 500).
Achei melhor verificar a pressão dos pneus. Poderiam estar com pouca pressão, o que ajudaria a amortecer a craqueira do piso. Logo parei num posto. A pressão estava quase OK, não estavam murchos o bastante para suavizar a coisa. Coloquei as pressões conforme o recomendado e aproveitei para olhar as bandejas da suspensão dianteira. As bandejas estavam planas, quase na horizontal. O J2, portanto, não fora erguido para entrar no mercado brasileiro, como é costume que façam. Ótimo, pois não desfizeram o que havia sido bem feito.
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| Bom estradeiro para o porte |





