google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Toyota + Subaru = Toyobaru

Eu adoro arroz, principalmente na hora do almoço, mas os japoneses adoram mais ainda. Eles comem arroz o dia inteiro: do café da manhã até o jantar, toda hora é hora para se comer arroz. O cereal é tão importante para eles que o governo japonês incentiva o plantio em qualquer lugar: o dono de um terrenão não pode simplesmente deixá-lo abandonado com mato crescendo. Ou ele ergue um prédio ou planta arroz.

É a estratégia da autossuficiência: o Japão poderia comprar arroz tailandês, vietnamita ou indiano por uma pequena fração do custo da produção interna, mas trata-se de uma respeitável cultura milenar. O país já importa uma infinidade de recursos naturais e por isso se recusa a comprar comida de outros países para alimentar seu povo. Na ponta do lápis é uma conta que não fecha, mas que se sustenta pela elevada taxação imposta ao arroz importado.

Questão de independência: acostumados a agruras históricas, o povo japonês sabe que é melhor enfrentar as vicissitudes da vida de barriga cheia. E o melhor: sem precisar depender de ninguém.


Invenção, evolução, revolução, as diversas formas de se avançar em tecnologia. A área de motores de competição é uma das que mais avança em função da necessidade de acompanhar a competitividade dos concorrentes, mesmo que os conceitos básicos sejam praticamente os mesmos ao longo de um século.

Nos anos 60, a disputa era acirrada entre diversos construtores, com vários pilotos capacitados ao título. O visionário Colin Chapman mostrava ao mundo que a leveza de seus carros era o caminho a ser seguido. Por outro lado, passava por apuros ao ser informado que a Coventry-Climax não iria produzir um motor de 3 litros para a temporada de 1966 da F-1. O título de 1965 da Lotus veio com o motor Climax 1,5-litro V-8 e as habilidosas mãos de Jim Clark.

O projeto do novo motor 3-litros para a Lotus então foi concentrado exclusivamente na empresa de Mike Costin e Keith Duckworth, a Cosworth, fundada em 1958. O acordo financeiro, envolvendo diretamente a Ford, previa um investimento alto em cima da Cosworth, onde 3/4 da verba era destinada ao desenvolvimento do V-8 para a Fórmula-1, e o 1/4 restante para o desenvolvimento de um motor de quatro cilindros voltado para Fórmula-2. Se o motor da F-2 fosse bem-sucedido, seria a base para o V-8 de F-1.


Com o aquecimento da economia brasileira e o real mais valorizado em relação ao dólar americano, um destino freqüente dos brasileiros é os Estados Unidos. Orlando, na Flórida deve ser o mais lugar mais cmum, mas a Califórnia também deve ser bem concorrida. Para comprar, comprar, compra e comprar, Orlando é melhor. Mas para passeios e aventuras em cenários naturais a Califórnia é imbatível. E na Califórnia um destino certo é Los Angeles, onde fica a famosa Hollywood.

E o bom para nós autoentusiastas é que bem próximo a Hollywood está um dos melhores museus independentes (que não pertencem a nenhuma marca) de automóveis do mundo. Ou seja, facílimo de chegar. E melhor ainda, é um museu que toda a família pode visitar sem reclamar de desvios da programação de férias. 

O Museu Automobilístico Petersen foi fundado por Robert E. Petersen (1926–2007) em 1994 com dinheiro próprio. Robert Petersen foi o fundador de revistas de automóceis importantes, sendo as principais Hot Rod Magazine em 1948 e a Motor Trend, em 1949. Ele teve um negócio milionário no ramo de publicação de revistas. E parte dos seus ganhos foi investido no museu que não tem fins lucrativos.

Ford 1930 Hot Rod

Foto: autor



Enquanto aguardava o transporte do Aeroporto Tancredo Neves, em Confins, na Grande Belo Horizonte, para o hotel, por ocasião do lançamento do novo Palio, notei que havia táxis de cor branca e de outras cores, que logo soube, por um fiscal no local de parada de taxis, que os brancos eram os da capital e os coloridos, de municípios vizinhos. E notei que nenhum branco tinha "sacos de lixo" nos vidros.

No dia seguinte, na porta do hotel, vi alguns táxis estacionados na fila, só brancos, e perguntei aos motoristas se era proibido películas nos vidros, já que nenhum tinha. "A BHTrans não permite", respondeu um deles. "Desde que começamos a ser assaltados com mais freqüência e o marginal ficava escondido, não se pode mais escurecer os vidros, e certo", concluiu.

Em seguida fiz a foto acima, registrando o sinal de inteligência dos mineiros da capital do estado.