google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Este foi o título de uma reportagem da revista Quatro Rodas do começo dos anos 1970, referindo-se aos problemas de trânsito da capital paulista. Mal sabiam os editores da revista que estavam antevendo o futuro quarenta anos adiante, sem saber que um órgão chamado CET – Companhia de Engenharia de Tráfego ou, mais apropriadamente, Companhia de Engarrafamento de Tráfego – iria promover o caos para os paulistanos e para aqueles que nos visitam. E não só a CET, mas o Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo também.

A CET vem diminuindo a velocidade máxima permitida nas vias da cidade na base do achismo, argumentando que a medida contribuirá para reduzir acidentes. Mas todos sabemos o real motivo: faturar com multas por excesso de velocidade. Afinal, multas de trânsito estão no orçamento da Prefeitura, não estão?
Desenho: www.autodromodeinterlagos.com.br

Desenho da época de Interlagos, anos 1960, com os nomes das curvas

Vamos dar uma volta em Interlagos, mas no circuito antigo, de 7.960 metros a volta, não o atual “kartódromo” de 4.309 metros, resultado da mutilação ocorrida em 1989. A imagem abaixo mostra bem como era e como ficou.

Vê-se bem as a diferença entre o antigo e o novo traçado (desenho Wikipedia)

Note como as curvas Subida do Lago (que agora é descida) e Junção tiveram os raios drasticamente diminuídos, o que vai ao encontro do que eu disse sobre a Curva do Café, chegar-se mais devagar nela hoje do que no tempo do traçado antigo da pista.
Sente-se ao meu lado no Ford Maverick Divisão 3 da Equipe Mercantil Finasa-Motorcraft, a representante oficial da Ford em competições de 1973 a 1977.

O Maverick Divisão 3 no primeiro dia em que andei nele (foto: arquivo pessoal do autor)
O motor era um 302 V-8 (4.942 cm³) com cabeçotes de alumínio Weslake e quatro carburadores Weber IDA 48. Produzia 450 cv a 6.200 rpm com torque de aproximadamente 55 mkgf a 4.500 rpm. O câmbio era Clark de Corvette quatro-marchas, opcional na época para o carro esporte da Chevrolet, de relações 2,02,:1 1,60:1, 1,23:1 e 1,00:1 (direta), com diferencial 3,08:1, autobloqueante.



Sempre discutimos sobre a pesada carga de impostos em nosso país, particularmente sobre os automóveis, já que quase metade do valor do carro novo vai direto para os cofres dos governos federal e estaduais. Mas ainda tem outro, que pagamos todo ano e só lembramos dele no início de cada ano.

O IPVA, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, é de 4% do valor do carro no Estado de São Paulo, mesmo percentual no Rio de Janeiro para carros a gasolina, carros flex pagam alíquota de carro a álcool, de 3%


Depois que Anthony Colin Bruce Chapman desenhou e construiu o Lotus Seven em  1957, estava inaugurada a era do brinquedo de gente grande. A receita é típica do astuto e competente inglês: pouca massa e configuração motor dianteiro-tração traseira.

Décadas se passaram e dezenas, ou centenas, de “Lotus Seven” se multiplicaram mundo afora, produzidos tanto por empresas de porte médio como a inglesa Caterham quanto pequenos construtores, amadores até, no mundo todo. É caso do paulistano Ricardo Poladian, 40 anos, formado em Desenho Industrial, que produziu não um, mas dois Sevens em sua garagem na Granja Viana, em Cotia, região da Grande São Paulo.