google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Assisti há pouco no Bom Dia Brasil, na Rede Globo, uma reportagem que só confunde mais a cabeça das pessoas, quando diz que no mercado de automóveis o que vale é o ano de fabricação e não o ano-modelo.

A afirmação, do Instituto de Estudo e Defesa das Relações de Consumo, vai contra a prática mais comum no mercado, e mais lógica também, onde o que vale é o ano-modelo. E é muito simples de entender, basta tomar o New Civic como exemplo. Lançado em meados de 2006 e portanto fabricado nesse ano, mas como ano-modelo 2007. Ora, se o ano de fabricação fosse mais importante, teríamos Civics do modelo anterior, ano de fabricação e modelo 2006 valendo a mesma coisa que um dos novos fabricados também em 2006.

Fotos: autor


Faz alguns dias. Era 27 de janeiro. Um dia muito bonito e um pouco frio. O lago estava todo congelado e estava assim há um mês. Pensei: Quantos centimetros de gelo tem agora? Será que dá para sair com o carro no lago para se divertir um pouco?

Também lembrei que o JJ aqui no blog quer que eu explique para os brasileiros que virão passear de carro aqui, se há algumas dicas para não perder o carro no lago e também não ficar resfriado com a água a +1 grau Celsius.


Eu sinceramente não compreendo o porquê, mas a crítica automobilística sempre foi colocada em uma posição inferior em relação à gastronômica, literária, cinematográfica e de arte. Na minha cabeça, o automóvel é uma forma de expressão do intelecto humano tão ou mais importante quanto qualquer outra. Por que será?

Mesmo se separamos arte de indústria, ainda assim vemos que o cinema, uma das maiores indústrias existentes, sempre que recebe crítica, é normalmente embasada e extremamente elaborada. Você pode até discordar da opinião do crítico, o que é perfeitamente normal, mas não tem como não respeitar sua posição, sempre elaborada com base em alguma tese, e explanada em texto.
Foto: obvio.ind.br/Sidney Cardoso

Mais um campeão nos deixou. Foi nesta manhã de terça-feira, em sua casa em Atibaia, SP. Luiz Pereira Bueno vinha sofrendo grave enfermidade há cerca de um ano. Lutou bravamente contra ela, como fazia  nas pistas, com  seu estilo ímpar de pilotagem que muitos, inclusive eu, comparavam ao de Juan Manuel Fangio; rápido sem parecer fazer força para isso. Não era um piloto-show, era um piloto rápido, dos mais rápidos que ja tivemos.

Bem recentemente teve publicado o livro de sua vida, "Paixão e Técnica ao Volante" (Editora Tempo & Memória), patrocinado pela importante indústria de autopeças Mahle Metal Leve, iniciativa do diretor-presidente Claus Hoppen, nome que já faz parte da história do automobilismo brasileiro pelo inestimável apoio que vem dando a publicações sobre o esporte a motor nos últimos anos.