google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Essa semana foi marcada pela divulgação do novo Pagani, o modelo Huayra, substituto do atual Zonda. O carro que deixa a linha de produção foi um dos supercarros mais marcantes dos últimos anos, com diversas variações bem exóticas, com destaque para o mais recente Zonda R.

O novo Huayra segue a linhagam do Zonda. Com o tradicional motor central-traseiro, atualizado para um novo V-12 biturbo (6-litros) de mais de 700 cv derivado do Mercedes-Benz CLK GTR, o perfil do carro é bem distinto, com a cabine avançada e longa parte traseira. A novidade são as portas do tipo asa de gaivota como do 300SL e agora no SLS. A estrutura do monocoque de aço cromo-molibdênio e fibra de carbono foi toda atualizada para receber as novas portas e novo carregamento do motor. Sem dúvida o carro deve ser bem rápido.
Foto: motoboysdobrasil.com.br


A minha Yamaha RD 350 era exatamente como a da foto, branca e racing green (verde de competição). Comprei-a nova e foi alegria misturada com emoção retirá-la da mesma concessionária onde um ano antes havia comprado uma DS7, 250 cm³, muito parecida, a principal diferença o freio dianteiro a tambor  (disco na 350), no número de marchas (5, ante 6 na 350) e na cor, que era branca e amarela. Ambas me deram muitas alegrias. Que motocicletas fantásticas!

Na época eu morava no Rio e passei a usar a motocicleta como meio de transporte no dia a dia. Uma das lembranças mais fortes era o cheiro da grama quando ia ao centro da cidade (à cidade, como nós cariocas dizemos...) ao passar pelo Aterro do Flamengo. Como era bom aquilo!

Foto: blogautoestrada.com.br

Tenho lido muitos comentários a respeito das revisões  periódicas nas concessionárias de todas as marcas e tenho notado que as coisas não andam nada bem nesse terreno.

Em linhas gerais, o atendimento é abaixo do que os clientes esperam, notadamente na questão preço, apesar do empenho das fabricantes em apresentar valores pré-estabelcidos para que o cliente saiba quanto vai ter de desembolsar.


Incrível como determinadas sensações nos acompanham pela vida toda. A de começar a dirigir, por exemplo. Me lembro que foi com dez anos feitos. Se sou de novembro de 1942, então foi bem no final de 1952 ou início de 1953, nas férias escolares.

Tio Paulo, irmão de minha mãe, tinha uma motocicleta BMW R50 1938 e sempre me levava para uma voltas, eu sentado no tanque. Até mesmo na moto anterior, uma Royal Enfield, inglesa, 350 cm³. Dessas duas lembro o odor de gasolina que exalava de algum lugar, ou do tanque, ou da boia do carburador, ou ambos, mas o fato é que para mim aquilo era perfume, especialmente junto com o calor que o motor irradiava. Eu achava a BMW com cardã em vez de corrente o máximo.