google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foto: motoboysdobrasil.com.br


A minha Yamaha RD 350 era exatamente como a da foto, branca e racing green (verde de competição). Comprei-a nova e foi alegria misturada com emoção retirá-la da mesma concessionária onde um ano antes havia comprado uma DS7, 250 cm³, muito parecida, a principal diferença o freio dianteiro a tambor  (disco na 350), no número de marchas (5, ante 6 na 350) e na cor, que era branca e amarela. Ambas me deram muitas alegrias. Que motocicletas fantásticas!

Na época eu morava no Rio e passei a usar a motocicleta como meio de transporte no dia a dia. Uma das lembranças mais fortes era o cheiro da grama quando ia ao centro da cidade (à cidade, como nós cariocas dizemos...) ao passar pelo Aterro do Flamengo. Como era bom aquilo!

Foto: blogautoestrada.com.br

Tenho lido muitos comentários a respeito das revisões  periódicas nas concessionárias de todas as marcas e tenho notado que as coisas não andam nada bem nesse terreno.

Em linhas gerais, o atendimento é abaixo do que os clientes esperam, notadamente na questão preço, apesar do empenho das fabricantes em apresentar valores pré-estabelcidos para que o cliente saiba quanto vai ter de desembolsar.


Incrível como determinadas sensações nos acompanham pela vida toda. A de começar a dirigir, por exemplo. Me lembro que foi com dez anos feitos. Se sou de novembro de 1942, então foi bem no final de 1952 ou início de 1953, nas férias escolares.

Tio Paulo, irmão de minha mãe, tinha uma motocicleta BMW R50 1938 e sempre me levava para uma voltas, eu sentado no tanque. Até mesmo na moto anterior, uma Royal Enfield, inglesa, 350 cm³. Dessas duas lembro o odor de gasolina que exalava de algum lugar, ou do tanque, ou da boia do carburador, ou ambos, mas o fato é que para mim aquilo era perfume, especialmente junto com o calor que o motor irradiava. Eu achava a BMW com cardã em vez de corrente o máximo.



O post do Mustang me fez revisitar algumas fotos de um comparativo entro um Camaro 67 e um Mustang 68 que fiz junto com o primo Arnaldo em 2009. Uma das fotos que me chamou a atenção foi a do volante do Mustang. Um lindo Moto-Lita com aro de madeira, feito à mão.

Trata-se de um acessório que proporciona muito mais requinte e classe, e também prazer. Aliás, é através do volante que cumprimentamos o carro como num aperto de mão, "prazer em conhecê-lo". E o encontro com um volante bacana, que tem história e tem uma aparência familiar, já nos ajuda a gostar mais do carro, na maioria das vezes.