google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Estive almoçando hoje com o amigo Renato, aquele do Ferrari 308 GTB da subida de serra, e conversávamos sobre o problema que o Focus Ghia dele, com aproximadamente 50 mil km rodados e pouco menos de dois anos, apresentou recentemente e o atendimento dado pelo concessionário, já que o carro ainda goza de garantia de fábrica.

O carro começou a apresentar um forte barulho na parte da frente, que ele acreditava ser algum componente da suspensão, talvez uma bieleta. Assim que pôde, levou o carro ao serviço autorizado e o deixou para que fosse examinado. Dias depois, o diagnóstico deles: amortecedor estragado.


Lembrado pelo post do Bob Sharp sobre o motor do Omega, vale a pena dar uma olhada no que um dia foi um dos carros mais rápidos do mundo, e manteve o honroso título de sedã mais veloz do planeta por algum tempo.

O Omega Lotus, ou Lotus Carlton, foi fabricado de 1990 até 1992 nas antigas instalações da DeLorean em Norfolk, tempos difíceis de economias instáveis e duvidosas. Nosso amigo Juvenal já havia contado a história do Vauxhall Carlton, o nosso conhecido Omega de primeira geração com o motor 3-litros de mais de 200 cv que o Bob comentou que poderia ter vindo para o Brasil. Este já seria muito interessante, mas ainda não era o extremo.

Fotos: Cláudio Larangeira


Se houve carro divertido, esse foi um deles, e tive um: Renautl 1093. Não esse da foto, que pertence a um grande colecionador, mas era igual, cor e tudo. O Renault 1093, lançado em 1964 era a versão apimentada do Gordini surgido dois anos antes, que por sua vez era a evolução Dauphine, de 1959. Esses pequenos carros foram fabricados pela Willys-Overland do Brasil sob licença da Renault de 1959 a 1968. O 1093 saiu do mercado em 1965 após apenas 721 unidades produzidas, um número ínfimo diante dos 74.620 fabricados. Não chegou a 1%.

Aproveitando o gancho do post do Alexandre Cruvinel "Quase Morri!", e estando a cidade serrana fluminense Teresópolis vivendo um drama que ainda não foi de todo aquilatado, dadas sua gravidade e extensão, num cenário típico de bombardeio aéreo, gostaria de compartilhar com os leitores uma experiência que vivi quando tinha apenas nove anos, juntamente com meu irmão Rony, de 11 e nosso primo Billy, de 14. Por muito pouco não morremos os três.

A cena da foto acima é um deslizamento de morro em Teresópolis. Foi no verão de 1952 e se vê que atingiu a estação ferroviária do centro da cidade, a Várzea. Eis a história toda.