google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Foto: http://www.fuscacride.com.br/



Minhas aulas de direção foram em um Fusca vermelho, parecido com o modelo da foto. Antes disso, meu pai já tentava me ensinar, só que ele não levava o menor jeito para instrutor, era tenso demais. E colocar um garoto de 14 anos para dirigir uma Caravan no meio do trânsito, sem nenhuma experiência anterior, não foi uma ideia muito boa.

Enquanto a pista era reta (Autoestrada Lagoa-Barra, aqui no Rio), tudo bem, ia tocando o carro a uns 80 km/h sem maiores problemas. A barra pesou na descida após o túnel acústico, naquela época ainda não existia o trecho da rua Mário Ribeiro a partir da praça Sibélius, éramos obrigados a virar à direita na segunda. pista da Visconde de Abuquerque. Vindo no meio de um monte de carros, meu pai começa a dar um monte de ordens ao mesmo tempo: "Freia, reduz, olha o carro do seu lado.....cuidadooo."

Foto: Saloma do blog/foto de Dudu Leal


Na década de 1970 o piloto e empresário Antônio Carlos Avallone promoveu provas de longa duração para carros de turismo que tiveram grande sucesso. O regulamento adotado foi o da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) chamado Turismo Divisão 1. Houve provas em 1973, 1974 e 1975. Havia três classes de cilindrada: até 1.600 cm³, de 1601 a 2.500 cm ³ e acima de 2.501 cm³. Apesar do êxito, batalhei junto à CBA para que fosse adotado regulamento internacional, no caso o Grupo 1 da FIA (Federação Internacional do Automóvel), e consegui influenciar os dirigentes, em especial o Conselho Técnico Desportivo Nacional (CTDN).

Assim, a partir de 1976 o regulamento passou a ser o do "livro amarelo", o FIA Yearbook, que trazia o regulamehto do Grupo 1 e todos os outros. Não havia mais dúvida ou favorecimento de qualquer espécie, pois a regra vinha lá de fora. "Como no futebol", dizia meu irmão. "Já pensou se no Brasil se praticasse futebol com outras regras?", argumentava com toda razão.
 
Fotos: Autor

A Terceira Noite Renault, ontem (30/11/2010)  no sambódromo de São Paulo, teve como objetivo homenagear os 11 pilotos que, de 27 de outubro a 17 de novembro de 1964, pilotaram um Gordini escolhido aleatoriamente da linha de produção e levaram a marca a estabelecer 25 recordes entre distância e duração, tudo sob controle da Federação Internacional do Automóvel (FIA).

A iniciativa da fabricante francesa estabelecida com subsidiária em São José dos Pinhais, PR desde 1998 merece todo o aplauso deste blog e da comunidade automobilística.

Foto: Autor


Em Puerto Iguazú, Argentina, no dia 10 de novembro, tabela de preços de combustíveis num posto YPF. As contas do preço por litro foram feitas  pelo câmbio oficial do Banco Central. Entre parênteses, preços médios no Brasil, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis:.

Gasolina Fangio, 98 RON, equivalente à nossa premium                          2,03  (2,80)
Gasolina Super, 95 RON,equivalente à nossa comum                              1,77  (2,58)
Gasolina normal, 91 RON, não tem aqui                                                 1,56   ---
Diesel Euro, para motores modernos, 50 ppm de enxofre, não tem aqui   1,80   ---
Diesel comum, o que mais tem aqui                                                      1,45  (1,98)

E a gasolina é sem etanol, a chamada E0 (etanol-zero) e por isso mesmo não sofre a influência da variação ganaciosa e irresponsável dos preços do etanol.

Depois vem o Jorge Ben Jor cantar que o patropi é abençoado por Deus...Imagine-se se não fosse!

BS