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Essa é uma cena em que dá pra ver direito como se papa um carro numa sequência de curvas. Estou aqui num Corvette 1967 com 350 cv e na frente tem um Porsche Turbo acho que ano 1975. O piloto do Porsche se atrapalhou na primeira curva do "S" do Senna e deixou o carro esparramar. Verdade seja dita que esse Porsche antigo aí é bem tranqueira de curva, pois na entrada delas ele costuma sair esquiando com os pneus da frente e na saída dela se o sujeito der um pouco mais motor ela escapa chicoteando com a traseira. Isso é agravado pelo enorme turbo lag desse motor, que fica xoxo em baixa, mas quando o diabo do turbo resolve entrar ele entra na base de um coice. Em suma, esse é um carro para ter uns 160 cv em vez dos mais de 300 cv que tem.
E nessas ele perdeu um bom posicionamento para entrar na Curva do Sol embalado, coisa que eu fiz. Daí foi moleza passar.
Entre um e outro, fico com o Corvetão, mas se não tiver jeito, ficarei entusiasmado se aparecer um Porsche estúpido desses na minha garagem também.
A história já tem mais de 30 anos e todos estão carecas de saber: crise energética de 1973, carros pequenos e econômicos ganhando popularidade, enormes carros americanos sendo descartados.
Em 1991 surgia o novo Caprice, mantendo a mesma base do modelo 1977, mas totalmente redesenhado: parecia maior e mais imponente, com linhas arredondadas e fluidas. O sucesso dessa versão foi tão grande que inspirou John Moss (então gerente de veículos especiais da GM) a ressuscitar o Impala.

Chevrolet Caprice (1991-1996)


Impala 2009: um Chevrolet full-size de tração dianteira. Até quando?