google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foto Gazeta Online

Gostaria de comentar o grave acidente que comoveu e ao mesmo tempo gerou revolta no país, no qual dois jovens perderam a vida e o motorista do outro carro, um deputado estadual, feriu-se gravemente.
Pelo que li e vi, o carro do parlamentar, uma VW Variant, seguia muito rápido por uma avenida de Curitiba, muito acima do limite, que deve ser de, no máximo, 70 km/h. Na sua frente surgiu um Honda Fit, saído de uma transversal, acabando por colhê-lo pela traseira.
O que se pode depreender, sem medo de errar, é que o motorista do Fit não viu que havia um carro se aproximando velozmente. Por que não viu? Ou não olhou, ou teve a visibilidade prejudicada pelos vidros com película escuredora, facilmente notada num vídeo que circula pela internet e que permite afirmar que era de transparência muito baixa, G5, eu diria.
Mas suponhamos que tenha visto a Variant: por estar muito mais rápida do que seria normal se esperar, o seu julgamento falhou -- tinha mesmo que falhar. É essa a razão de nas zonas de trevos rodoviários a velocidade regulamentar baixar drasticamente, de 100 ou 110 km/h para 60 km/h. Só com velocidade baixa pode-se calcular, com segurança, a distância para o tráfego que está vindo e saber se dá ou não tempo de cruzar a estrada.
Na minha visão, não foi o fato de o deputado estar alcoolizado que contribuiu para o acidente. Alcoolizado, diga-se, pela lei brasileira, porque com 0,78 grama de álcool por litro de sangue pode-se dirigir em países como Estados Unidos, Inglaterra e vários outros, cujo limite de alcoolemia é 0,8 grama por litro de sangue. Para comparação, no Brasil pré-lei seca era 0,6 e agora é 0,2 (na realidade a lei diz zero, mas criou-se uma tolerância legal). Portanto, o motorista da Variant não pode ser considerado bêbado à luz da razão.
Em que ele errou flagrantemente, isso sim, foi andar em velocidade incompatível com a segurança e com o bom senso e, claro, excedendo o limite da via.
De tudo o que aconteceu naquela madrugada de 7 de maio em Curitiba, ficam duas lições. Uma, não se deve nunca andar em alta velocidade na cidade e nas estradas que tenham acessos de vias transversais, independentemente do limite de velocidade estabelecido (pode-se estar com muita pressa, por qualquer motivo).
Outra, não se pode menosprezar a visibilidade plena pelos vidros de comando em nome da segurança pessoal ou mesmo do visual do veículo.
Pelo que já experimentei de carros "filmados", minha intuição diz que se o Fit não tivesse vidros escurecidos, talvez seu motorista percebesse a Variant chegando.
Eu disse talvez.
BS
Na época em que o Fox foi lançado me disseram (um insider) que o novo VW fora "inspirado" no Yaris da Toyota. Inclusive que a VW teria comprado alguns Yaris para avaliação. Quando eu vi o Fox e seu "inovador" banco traseiro deslizante, similar ao do Yaris lançado anos antes, logo entendi a "inspiração".
Recentemente um amigo viajou para o Chile, onde existem Toyotinhas importados, e tirou essas fotos. Julgue por você mesmo o quão inovador foi o Fox.

Certas ou erradas, lucrativas ou à beira da falência; com qualidade ou não; arrogantes ou não; poucas empresas são capazes de fazer algo assim.


Com o frio do inverno se aproximando, inevitavelmente reviramos nossos armários para achar aquela jaqueta quentinha para sair com nossos carros no final de semana; nesse processo, volta e meia vemos aquela blusa velha que já não usamos há tempos e pensamos que é hora de doar algumas roupas...
E que tal doá-las vendo um belo desfile de carros antigos?
Essa é parte da proposta da já famosa "Carreata da Solidariedade" de Moema, organizada por um amigo dos AUTOentusiastas, Alexandre Murad. Já na oitava edição, que ocorrerá no dia 31 de maio próximo, a concentração acontece na Al. Jauaperi, esquina com a Av. dos Eucaliptos, em frente à Igreja Nossa Senhora da Esperança, de onde os carros partem para duas carreatas distintas pelo bairro, uma seguindo pelo lado conhecido como "Pássaros", a outra, pelo lado conhecido como "Índios" da Av. Ibirapuera.
Os carros e os voluntários seguem pelas ruas colhendo doações, sejam entregues pelas pessoas nas ruas, pelos porteiros de prédios que já separaram suas doações, ou até mesmo jogadas pelas janela.
Se você tem um carro antigo, ou simplesmente quer ajudar, encontre-nos lá na concentração, a partir das 9h30 da manhã do dia 31 de maio; Se quiser fazer sua doação de roupas ou de alimentos não perecíveis, vá à concentração, ou nos aguarde pelas ruas do bairro. As entidades ajudadas agradecem.
Participe! Ajude! Leve calor humano a quem precisa!
Post revisto em 19/5/2009, com o panfleto referente ao ano de 2009 cedido pelos organizadores. Os AUTOentusiastas estarão lá. Tente ir você também!