google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Em março, no post 7 x Seven além de mostrar sete discípulos do Lotus Seven eu também falei um pouco sobre a experiência de andar num outro discípulo feito aqui no Brasil.


"Outro dia tive a oportunidade de dirigir um modelo como esses lá em Interlagos. Confesso que a experiência superou muito minhas expectativas. O acelerador leve e sensível me assustou com respostas diretas e empolgantes proporcionadas pela relação peso-potência do modelo. Potência de sobra, transmissão precisa, direção rápida, meu traseiro a poucos centímetros da pista e o vento batendo em todo o meu corpo completaram a experiência alucinante. Pena que durou apenas uma volta na pista. Afinal, eu estava lá para fotografar, e não para me divertir. Na verdade o carro estava sendo testado pelo seu criador e pelo Arnaldo Keller para fazer os últimos acertos de suspensão. Com certeza eu e o Arnaldo vamos voltar a falar e mostrar esse carro aqui no Ae."


Trata-se do Projeto Raptor que originou o Motiva 416R construído pelo engenheiro Eduardo Polati, dono da Motiva Motorsports. Eu admiro muito o Polati (que faz parte dos AUTOentusiastas, porém não está no blog) por ele ter conseguido realizar o seu sonho de construir um carro esporte a partir do zero. E o mais interessante é que ele realmente projetou o carro pensando em produzi-lo e utilizou todo o seu conhecimento de engenharia. Não se trata de mais um aventureiro que juntou peças e componentes em algum chassi existente ou em alguma estrutura tubular feita no "achismo". O 416R é coisa fina, foi estudado e desenvolvido utilzando o Sofware CAD da SolidWorks que permitiu fazer testes dimensionais e simulações para definir o desenho da estrutura tubular e geometria de suspensão, por exemplo.


A recriação do Polati usa o motor Ford Zetec Rocam 1.6 a álcool com 140 cv de potência e 18 mkgf de torque. Com apenas 540 kg de peso acelera de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Diversão garantida.


A matéria com as impressões do Arnaldo Keller está na Car and Driver número 17 que já está nas bancas.

Francamente eu não ligo muio para prêmios dados pela imprensa, salvo alguma exceções. Mas esse post não se trata disso.

Acabei de receber o release da Fiat comunicando que ela foi a vencedora do Prêmio Consumidor Moderno em Serviços ao Cliente. De cara eu já não conheço a revista e muito menos a metodologia de avaliação em detalhes. Também não tenho uma percepção definitiva sobre o atendimento da Fiat, pois não tenho e nunca tive carros da marca.

Minha tendência é achar que o atendimento não é lá essas coisas. Recentemente, na época do lançamento do Linea, visitei duas concessionárias para avaliar a promessa da Fiat de que os consumidores do Linea receberiam um tratamento diferenciado. Como eu imaginava o tratamento foi o padrão, bem abaixo da minha expectativa (que é alta). Numa delas eu nem fui atendido!

Qual é a percepção de vocês quanto ao atendimento e os serviças da Fiat?

Abaixo segue o release integral.

"Fiat é premiada por excelência no atendimento ao cliente

Pelo segundo ano consecutivo, a Fiat foi a grande vencedora do Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente na categoria Automóveis. A premiação será entregue no dia 25 de maio, em São Paulo. A Fiat também é uma das finalistas do Prêmio Empresa do Ano, promovido pela mesma publicação.

O processo de seleção avalia quesitos como o relacionamento com os clientes (externos e internos) e estratégias de retenção. Os finalistas de cada categoria foram também submetidos ao teste do "cliente misterioso". Trata-se de um cliente fictício que utiliza mecanismos de atendimento (como 0800, web etc) para fazer reclamações ou enviar sugestões. Nesta fase, são avaliadas a qualidade do atendimento, coerência e consistência das informações prestadas e o nível de respostas.

O Prêmio Consumidor Moderno é considerado o mais importante do mercado brasileiro por analisar os diferenciais competitivos das corporações. Em sua décima edição, ele reconhece as empresas que privilegiam a excelência no atendimento, não só conquistando novos clientes, mas, principalmente, mantendo alto índice de satisfação e fidelidade.
"
Todas as revistas e sites que vejo estão falando sobre a Pontiac. Realmente a marca vai deixar saudades. Para não ficar repetindo histórias que estão sendo faladas em todo lugar, fiz uma pequena compilação de imagens interessantes de catálos antigos.

No início o posicionamento era de preço baixo - America's finest low-priced car.



Mais tarde, em meados dos anos 60, o posicionamento mais bacana e voltado para desempenho e dirigibilidade - America's finest performance, handling and roadability.




Em 64, com o Tempest, já preparando os entusiastas do futuro.



Enquanto Buick e Cadillac faziam carros funerários a Pontiac (assim como a Chevrolet) vendiam para a polícia.



Um pouco de falta de foco. Uma marca voltada para a performance não precisa de um banco como esse do Bonneville de 1981. Tá certo que nessa época com a crise do petróleo a palavra performance ficou meio de lado.



Também foram introduzidas inovações interessantes, mas que não vingaram. A perua Grand Safari de 1971 tinha uma porta traseira bipartida em que o vidro corria para cima e se alojava no forro do teto e a porta corria para baixo do assoalho.




Nos final dos anos 60 e início dos 70 existiam várias opções de motores e transmissões para cada modelo. Impensável nos dias de hoje.


O pouco conhecido Astre, que durou de 75 a 77, assim como os outros carros pequenos da Pontiac, também não fez sucesso. Nada mais era que um Chevy Vega.



O Firebird de 1983 destacou a tecnologia e acabou virando a Super Máquina. Meu programa preferido na época.



Em 1979 uma ampla linha de produtos. Com as imagens dos dias de hoje bem frescas nas nossas cabeças mais parece um pátio cheio de carros encalhados.



Em 1970, com o novo Firebird "o início do amanhã" foi anunciado. Uma pena que esse amanhã tenha se tornado no fim de hoje.


Entre uma tarefa diária e outra eu dou umas surfadinhas na internet para passar o tempo. Numa delas, visitando o site da Cadillac encontrei uma página de "veículos profissionais". Cliquei lá para ver se existem caminhões Cadillac! Aí apareceram limusines (como a do presidente Obama), modelos alongados com maior espaço para as pernas e um modelo funerário. Ajuda a explicar a situação da GM...