google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Mosca branca (foto en.wikipedia.org)

Aproveitando uma pesquisa sobre "moscas brancas" que estou fazendo em edições antigas da Quatro Rodas, respondo, com mais informações, à pergunta feita pelo leitor Marlos Vidal sobre a existência de Corcel II conversível de fábrica.

Nunca existiu Corcel II conversível feito pela Ford. O fato é que de meados dos anos 1970 ao final dos anos 1980 houve uma enxurrada de modelos preparados por grandes concessionárias de São Paulo na tentativa de entrar em alguns nichos de mercado não atendidos pelos fabricantes. Podemos dizer que esse período foi muito fértil nas tentativas de personalização. Dacon, Souza Ramos, Sonnervig e Cia. Santo Amaro de Automóveis fizeram muitas tranformações. Além delas também existiam os fabricantes de veículos especiais e transformadores, sendo um dos mais conhecidos a Envemo.

Com relação ao Corcel conversível, encontrei duas reportagens na Quatro Rodas. Uma de 1978 sobre o Corcel II conversível feito pela Sonnervig, onde o jornalista Claudio Carsughi destaca a beleza, o desempenho inferior ao modelo original e um grande problema de vibração.




Donos de Bugatti Veyron que se cuidem. Pelo menos nos semáforos.

A preparadora americana Switzer Performance Innovations está comercializando kits de preparação para o modelo Porsche 997 biturbo, elevando a potência para 800 hp (811 cv) nas rodas traseiras, e mais de 1.000 hp (1.014 cv) no motor.

Com isso, o 911 SPI Sledgehammer pode acelerar de 0 até 96 km/h em 2,5 segundos e cobrir o ¼ de milha em 9,79 segundos a 235 km/h, como mostra o vídeo abaixo.


Outro dia, folhando revistas antigas, dei de cara com um concept car da GM muito legal mas que não vingou, a perua compacta Chevrolet Nomad, de 2004, que poderia ser feita na mesma plataforma do Pontiac Solstice. Ao ver a foto, pensei no quanto as peruas sempre me atraíram, e muito.


Quando mais jovem, minha prefererência era por hatches esportivos, como o Gol GT, por razões óbvias. Mas nos tempos de surfe a Parati era o meu carro ideal. Casei e tive um filho e fui circunstancialmente obrigado a andar de sedã por uns tempos. Logo que pude mudei para uma perua.

Peruas são mais esportivas, jovens, muito mais versáteis e multiuso. Talvez seja a melhor configuração de automóvel em comparação aos outros modelos de massa.

Numa análise rápida vemos que as peruas apresentam várias características que, somadas, levam-nas a um equilíbrio não encontrado em nenhum outro modelo.

Pontos a favor das peruas:
perua vs sedã -- mais versatitildade, flexibilidade de uso
perua vs hatch -- mais espaço, porta-malas maior
perua vs minivan -- melhor comportamento dinâmico, não tem imagem de "mom-mobile"
peruas vs utilitário esportivo -- mais economia de combustível e melhor comportamento dinâmico

É claro que, dependendo da relação custo-benefício de cada modelo ou necessidade específica de um determinado consumidor, essas vantagens podem não ter tanto peso. E, no final, o que vale é a questão emocional, ou o gosto do freguês!

Resolvi dar uma "googlada" para achar uma foto da Nomad e acabei encontrando muitas peruas "entusiastas" e algumas bizarras, de gosto bem duvidoso. Mas para resolver o dilema carro pessoal/carro para família, a GM bem que poderia fazer um Camaro Wagon. Se bem que uma Dodge Magnum SR-T já serviria bem (uma pena que já não é mais fabricada).



O Milton Belli também é entusiasta por peruas: veja AQUI.

A coluna "Alta Roda" do Fernando Calmon é uma excelente fonte de informação sobre os principais acontecimentos do mercado e da indústria automobilística brasileira. Objetiva e concisa, é uma leitura quase que obrigatória.

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