google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Renault reassume controle da Alpine

Alpine desenvolve a Berlineta do Século 21 (Foto Renault Media)

Nada como um dia após o outro.  Depois de ter assumido o controle da Alpine em 1973 e ter vendido 50% das ações da empresa para o Grupo Caterham, em 2011, a Renault confirmou esta semana que retomou o controle acionário da Societé des Automobiles Alpine-Caterham, que obviamente deixará de exibir a marca do empresário malaio Tony Fernandes em sua razão social. Empresário de sucesso, Fernandes administra uma linha aérea de baixo custo no sudeste asiático, é dono da equipe Caterham de F-1 (o que explica a presença das marcas Airbus e GE nos monopostos de Kamui Kobayashi e Markus Ericsson) e do time de futebol Queen´s Park Rangers. Frente ao insucesso de sua equipe de F-1 e a necessidade de aumentar seus investimentos no QPR recém-promovido à Premier League inglesa, Fernandes não teve dúvidas em abrir mão de sua participação na joint-venture com a Renault. A marca francesa confirmou que prosseguirá sozinha no desenvolvimento da Berlineta do Século 21, modelo que será lançado em 2016. As duas empresas admitem que novos projetos conjuntos poderão ocorrer “em função das estratégias futuras das duas empresas”. 

Bernard Ollivier segue presidente da Alpine após a saída da Caterham (Foto Renault Media) 


WG
Propaganda do Maverick nos EUA, (acervo particular do autor)


Lançado em 1969 nos Estados Unidos, o Ford Maverick foi posicionado no mercado como um veículo compacto, barato e econômico para os padrões do país.

Com disponibilidade de dois motores de 6 cilindros, de 2,8 e 3,3 litros, a propaganda o anunciava como uma veículo para os jovens e também como o segundo carro da família.

Somente em 1971, dois anos após seu lançamento, foi introduzido o motor V-8 de 302 polegadas cúbicas (4.942 cm³), dando um caráter mais esportivo ao veículo. Era o mesmo motor que equipava também algumas versões do Mustang, 





Anúncios do Maverick nos Estados Unidos (acervo particular do autor)





                                                         
Coluna 2414 11.junho.2014                            rnasser@autoentusiastas.com.br        

Elétricos chegam aos poucos. Agora DF
Ao projeto de disseminação dos carros elétricos, a Renault chegou a Brasília integrando o projeto Ecomóvel. Trouxe sete unidades — três Zoe e Kangoo, um Twizy. Iniciativa da Companhia Energética de Brasília, Itaipu Binacional, apoio da Aliança Renault-Nissan, Correios e a detentora de tecnologia para recarga, a portuguesa CEiiA.

A Aliança tem colocado seus veículos no Paraná, São Paulo. Nissan tem-nos no Rio de Janeiro. Itaipu absorveu tecnologia ao instalar há alguns anos linha de montagem para Fiats Palio Weekend, aplicados em seu serviço. Ao todo, a Aliança já distribuiu 66 veículos elétricos no país. Negócio pequeno para a Aliança, que já vendeu mais de 100 mil veículos elétricos.
Na Capital, o Twizy será utilizado no Parque da Cidade — maior do mundo —, monitorando a enorme área. A CEB informa aplicar três ZOE e um Kangoo em seus serviços, enquanto os Correios, dois Kangoo na entrega de encomendas.

Alain Tissier, vice-presidente da Renault, na festividade traçou a adequação entre a cidade planejada, os elétricos e a mobilidade. Lembrou, a distância a outra capital planejada, Goiânia é a autonomia dos elétricos com a tecnologia de hoje. E previu: Helena, sua neta tirará carteira de motorista em 2030 — e será num carro elétrico.

Interesse por fabricar veículos elétricos há por parte das marcas mais envolvidas no assunto — Toyota, Mitsubishi, Renault, Nissan —, ante a projeção e ações à vista da realidade que este tipo de combustível será mandatório não apenas por racionalidade, mas pelos controles ambientais que garroteiam os motores e veículos movidos por combustível fóssil. No Brasil, entretanto, existem grandes óbices: o descompromisso do Governo Federal com relação a planejamento; a dicotomia de contarmos com as maiores reservas hídricas, oito mil quilômetros de costa ventosa, e andarmos na corda bamba da falta de energia elétrica, convivendo com a possibilidade de apagão e racionamento; e a falta de uma política de incentivos para a comercialização dos elétricos, sem preços competitivos, pois a produção, ante a pequena escala, tem custo superior aos veículos com motores endotérmicos convencionais.

Renault elétrico chega a Brasília

Fotos: Paulo Keller


Faltava avaliarmos o VW up! I-Motion, de câmbio robotizado. Por ocasião do lançamento no final de abril, o Bob o dirigiu num breve teste e escreveu post a respeito, no qual são dados todos os detalhes do câmbio, e agora, decorrido pouco mais de um mês, chegou o momento ver como se comporta esse câmbio no uso diário, inclusive na estrada. A versão que a Volkswagen cedeu ao Ae para teste é um red up! I-Motion 4-portas.

Parece que o Ae vinha “cantando a bola”, quando ao longo de posts sobre alguns “modelos mil” (1.000 cm³) preconizamos que um câmbio robotizado ou automático seria bem-vindo nesses modelos, já que potência, na prática, não lhes falta; o que falta é quem saiba extraí-la do motor. Em outras palavras, tem muita gente que não sabe reduzir marcha para subir giro, sendo que outro tanto acha que “o motor vai estourar” se ele funcionar em rotação alta, o que não tem nenhum fundamento. O leitor do Ae, cujo perfil é de um entusiasta que entende como funcionam os automóveis, difere de grande parcela dos motoristas. Todos nós temos parentes, amigos, conhecidos, que só acham que um carro “anda bem” se ele responder rápido mesmo estando em giro baixo, quando, na verdade, um carro anda mal ou bem se na sua faixa teoricamente boa ele não tiver a resposta que se espera.  

I-Motion, simples de usar