google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
 


Reinauguração de Goiânia pode marcar novo ciclo no esporte




 



Reinauguração de Goiânia teve casa cheia (foto Duda Bairros)


Investimento de R$ 57 milhões transforma autódromo em parque público, reinauguração da pista com prova de Stock Car mostra que cidade pode se firmar como novo pólo do automobilismo regional



A aparência da pista original em 1974 (foto Nobres do Grid)

  
Inaugurado em 1974, o Autódromo Internacional de Goiânia refletia a popularidade e o apelo que o automobilismo nacional desfrutava graças às conquistas de Emerson Fittipaldi e os resultados que Wilsinho Fittipaldi e Carlos Pace conseguiam no cenário internacional quatro décadas atrás. Desde então muita coisa mudou, muitos carros passaram por esse asfalto e pouco, muito pouco mudou no interior das torres de controle do esporte, provocando uma deterioração marcante nesse universo. A remodelação da pista goiana, agora oficialmente batizada de Autódromo de Goiânia, pode consolidar um renascimento deste segmento que emprega milhares de profissionais em diversas áreas e ajuda a formar pessoas que sabem da importância do comprometimento e da ética.

Segurança marca a pista Goiana (foto Fernanda Freixosa)

A vida dos donos de veículos licenciados em São Paulo será facilitada na transferência de titularidade entre particulares. A nova regra entrará em vigor no próximo 24 de julho.  

Segundo o decreto nº 60.489, os cartórios estaduais deverão informar à Secretaria da Fazenda quando houver esse tipo de transferência. Com a norma, o proprietário fica dispensado de comunicar a venda ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Sendo assim, essa ação evita que, em caso de atraso na transferência de propriedade, o antigo dono receba multas ou cobranças de impostos gerados após a venda do veículo. 

É um exemplo a ser imitado pelas demais unidades da Federação.


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Aerodinâmica e seus mistérios: faróis verticais no 919 Hybrid


Ao retornar à LMP1, a categoria-topo do Campeonato Mundial de Longa Duração (World Endurance Championship, WEC), a Porsche tem grandes desafios pela frente. Primeiro, o novo 919 Hybrid, de corrida, é o carro híbrido mais complexo que a fabricante de Stuttgart/Zuffenhausen já fez. Segundo, ao contrário dos concorrentes, a Porsche não tinha experiência ou dados dos anos anteriores em que se basear. Terceiro, a Porsche deu ordem aos seus engenheiros para desenvolverem um protótipo para a categoria LMP1 (de Le Mans Prototypes, "1" designa carros de fábrica), uma meta bem difícil, mas que no longo prazo seria mais promissor do que comprar componentes já existentes de outras empresas. 

Durante a empreitada, Alexander Hitzinger, o diretor técnico para a categoria LMP1, e sua equipe, estão seguindo um caminho que é tradição na Porsche: encontrar soluções que possam vir a aplicadas nos carros de produção no futuro.

A busca pela eficiência ideal de conversão de energia está tendo uma influência enorme sobre todos os aspectos do Porsche 919 Hybrid. A aerodinâmica do carro para Le Mans, bem como o peso dos componentes individuais, foram otimizados. Entretanto, os sistemas de recuperação de energia e de propulsão extremamente avançados são duas das características excepcionais no carro. O novo e revolucionário regulamento técnico determinado pela FIA para a temporada de 2104 do WEC deu aos engenheiros da Porsche uma ampla margem de manobra.




Este post aborda a Autolatina pela visão de um engenheiro, no caso eu, que participou de grande parte desta história.

Lembro-me como se fosse hoje, nos idos de 1986, quando ouvíamos pela "rádio peão" que a Ford estava para ser vendida à Volkswagen. O pessoal achava engraçado o boato e ninguém acreditava nele, até que no dia 25 de novembro de 1986 soubemos do acordo de cooperação mútua firmado entre a Ford e a VW no Brasil, dando origem à Autolatina.

Nosso pessoal da engenharia, a maioria formada de "Fordeanos de corpo e alma", ficou perplexo com o fato e um clima de ansiedade tomou conta do ambiente. Cultura alemã com cultura americana nunca vai dar certo, falávamos... até que soubemos que a VW seria majoritária com 51% das ações da Autolatina.

Incrédulos, fomos comunicados que toda a nossa engenharia iria para as instalações da VW em São Bernardo do Campo e o nosso Centro de Pesquisas seria desativado... desativado?!  E dito e feito, aos poucos toda a nossa engenharia, incluindo a oficina experimental, a construção de protótipos, laboratórios e banco de provas foi sendo transferida para a fábrica da VW.