google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
                                                         
Coluna 2214 28.maio.2014                        rnasser@autoentusiastas.com.br        

Turbo Górdio dá vitórias à Mercedes 
Tetracampeão seguido, incontestado talento sobre seu Red Bull Renault, o alemão Sebastian Vettel, está mal de pontos na atual temporada de Fórmula 1: é o sexto. Um ex-bom de serviço.
Nada pessoal contra a baixa performance de Sebs, como o chamam na Europa, ou Tião, aqui referido, mas, para lembrar, razões extra-paróquia, nas regras da Fórmula 1 mudadas, novamente, nesta temporada.
Agora os motores deslocam 1.600 cm³ — os mesmos 1,6 litro do seu Polo, Gol, Ford Fiesta, Renault Sandero, alguns Fiat, todos quatro cilindros em linha, na faixa de 110 cv. Na F-1, 1.600 cm³ em 6 cilindros em V, produzem estimados 600 cv. Outro aspecto, do calor de seu turbo exige-se tecnologia para gerar energia suplementar — o sistema ERS. Na prática pouco notada, os Fórmula 1 tentam se mostrar socialmente úteis no desenvolver tecnologia, economia e tração híbrida.
Nesta temporada os motores Mercedes F1 W05 projetados e construídos pela Mercedes-AMG High Performance Engines, em Brixworth, Inglaterra, cravaram 240 pontos, Renault, 99; Ferrari, 78.

Fotos: Lucas Fachini Vane, arquivo pessoal e autor
Del Rey Executivo SR


Vamos à terceira parte dessa epopéia. Na primeira parte conto como o carro me foi oferecido e pude passar a oferta a um amigo que saberia como preservá-lo; na segunda parte nossa história conta como o automóvel recebeu certificação e diferenciamos um dos significados do "valor histórico próprio para placa preta". Agora, nesta última parte, o principal: colocar o automóvel para rodar e mostrar essa história para as pessoas.

A responsabilidade social em divulgar a história do automóvel 
vale para todos os automóveis, seja para o raro Concorde...

... ou outros nacionais de pequena série como os Pumas;em um
 país sem memória é sempre bom divulgar um carro brasileiro
Pode parecer "só um Puma", mas o interessante é aprender
 que se trata de um espartano, destinado a competições

Foto: agenciat1.com.br



A notícia divulgada no fim de tarde desta quarta-feira (28/5) é típica das brincadeiras de Primeiro de Abril, mas é verdade e assume ares de verdadeiro milagre. A Câmara Municipal de São Paulo aprovou o Projeto de Lei 15/2006 de autoria do vereador Adilson Amadeu (PTB) que determina o fim do rodízio de veículos pelo final da placa e que estava parado na Casa há sete anos. Mas para virar lei precisa de ser sancionada pelo prefeito da cidade, Fernando Haddad. A população paulistana, submetida a essa vergonha desde setembro de 1997, portanto há quase 17 anos, espera que Fernando Haddad, num lampejo de inteligência, sancione o PL.

Inteligência porque os vereadores representam os munícipes e trabalham a favor dos seus interesses — é para isso que são eleitos, não estão ali para ficar brincando — e a aprovação praticamente unânime, com apenas dois votos contra, reflete nitidamente o desejo da população do município e, por extensão, do estado.

De qualquer maneira, sancionado ou não o PL, São Paulo, representada pelos seus vereadores, se levantou contra esse abuso inventado pelo vivaldino prefeito Celso Pitta, que viu no rodízio uma preciosa fonte de receita para os cofres municipais com a arrecadação de multas. Atualmente são lavradas 17 mil autuações por dia por infração ao rodízio, evidência de que as pessoas precisam se locomover para os seus afazeres, e não ficar passeando de carro.

A aprovação do PL é importante também para conscientizar juízes de Direito de que o rodízio é um aberração em si mesma e isso poderá modificar o panorama jurídico nas ações contra o regime de restrição de tráfego, que muitos entendem ser ilegal.

Vamos aguardar o desenrolar deste episódio.

A notícia nos foi passada pelo leitor André Sousa, a quem o Ae agradece.

Ae
BS










Corcel conversível

Em 1968, por incrível que pareça, a Ford-Willys, recém-incorporada, já pensava em um Corcel versão conversível.

Este projeto nunca saiu do desenho para a produçãom embora algumas concessionarias Ford como a Souza Ramos, a Sonnervig, a Cia. Santo Amaro de Automóveis etc, tenham feito algumas propostas do  Corcel conversível de maneira totalmente artesanal.

A grande dificuldade encontrada para a conversão é que quando se remove o teto do veículo, sua resistência à flexão e principalmente à torção se reduz drasticamente, gerando problemas de durabilidade e também de movimentos de chacoalhar da carroceria, com desconforto aos ocupantes do veículo.

Fazendo uma analogia, é como tirar a tampa de uma caixa de sapatos.

A plataforma deve ser obrigatoriamente muito mais reforçada para compensar a remoção do teto, gerando elevado custo para desenvolvimento e fabricação, além do inevitável aumento de peso.


Desenho do Corcel conversível assinado pelo Paulo Roberto, super-competente
designer da Ford-Willys (desenho do meu acervo particular)