Helinho Castro Neves termina em segundo lugar na 500 Milhas de Indianápolis em final dos mais disputados nos 98 anos de história da prova. Em Mônaco, australiano Daniel Ricciardo ameniza o domínio da Mercedes e consegue segundo pódio consecutivo na F-1. Grid de 40 carros agita Interlagos na abertura de certame monomarca da marca alemã
Há poucas coisas, muito poucas, que um ser humano pode fazer em seis centésimos de segundo. Esta lista enxuta ganhou um fato com a vitória de Ryan Hunter-Reay sobre Hélio Castro Neves na 98ª. edição da 500 Milhas de Indianápolis, domingo, no famoso “brickyard” americano: foi esse insignificante espaço de tempo — a segunda menor margem de vitória na
história dessa corrida — que impediu o brasileiro de ganhar a corrida que
transcorreu sem incidentes até ¾ de sua duração. Na fase final, 21 de quase 50
voltas transcorreram sob bandeira amarela. O brasileiro e o americano
foram os pilotos mais constantes de toda a competição, assistida por 500 mil
pessoas nas arquibancadas do circuito, como comprova o resultado final da
corrida cuja liderança mudou de mãos 34 vezes e foi ocupada por 11 pilotos;
juntos, Neves e Hunter-Reays lideraram por 64 voltas, quase a metade da prova.
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| Helinho refletindo após a prova (Foto IMS) |



