google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Cinco anos após o lançamento do 3008 na Europa, no Salão de Genebra de 2009, a Peugeot realizou em janeiro a atualização de meio-ciclo no modelo. No Brasil, o 3008 chegou em novembro de 2010 (leia post a respeito). Agora a filial brasileira traz ao país o novo crossover (cruzamento das “raças” perua e suve). Em sintonia com a nova identidade visual da Peugeot, o novo 3008 teve a frente redesenhada. A grade e os faróis de neblina, com moldura inspirada nos últimos carros-conceito da marca, são delineados por peças cromadas que os fazem parecer emergirem da carroceria. A grade é adornada com dois filetes cromados.

Novo também o conjunto ótico dianteiro, que traz luzes diurnas em LED, mesma fonte de iluminação das lanternas traseiras. O emblema do leão, no centro da tampa do porta-malas, agora vem acompanhado da inscrição ‘Peugeot’ logo abaixo. As rodas são de 17 pol., como no modelo anterior, e a motorização é a conhecida 1,6-litro THP de 165 cv, projeto conjunto PSA e BMW.


Fotos: Lucas Facchini Vane, Bob Sharp, Paul W. Gregson, Portuga Tavares e arquivo pessoal.

Na segunda parte desta história, como o carro recebeu a certificação de originalidade


No primeiro capítulo dessa epopéia que aconteceu entre "cair no colo" um carro histórico e o início do resgate dos dias de glória deste veículo me senti responsável por duas coisas. A primeira, conferir ao automóvel o Certificado de Originalidade pelas vias legais e aceitáveis perante a FBVA (Federação Brasileira de Veículos Antigos) e também conseguir o reconhecimento que o carro merece na maior festa do antigomobilismo nacional, o EPAA. (Encontro Paulista de Automóveis Antigos).

Detalhes curiosos com a marca SR que são do carro foram registrados para o 
processo: a capa, plaqueta de identificação e o vidro feito por encomenda na Fanavid


 Foto: noticias.uol.com.br




Foi sancionada pela presidente há poucos dias a lei 12971/2014, alterando o Código de Trânsito Brasileiro (lei 9503/1997), com grande foco na parte criminal e aumentando penas e multas para comportamentos perigosos na condução de veículos. Ao contrário de muitas intervenções legislativas feitas nos últimos anos, esta pareceu-me muito benéfica, contribuindo para aumentar as penas contra motoristas que têm atitudes de risco ao dirigir.

A lei não é grande, por isto eu gostaria de comentá-la artigo por artigo, para ressaltar as mudanças. Pularei os trechos que contenham apenas pura formalidade ou que sejam óbvios demais, para me focar apenas nas alterações importantes. Ela tem apenas dois artigos, sendo o primeiro o conjunto de alterações no CTB e o segundo fixando a vigência para após 180 dias da publicação da lei. Ou seja, ela terá eficácia apenas a partir de  1º de novembro de 2014.

Vamos às alterações  lei, com as alterações em negrito e aos meus comentários:

Os primeiros três artigos alterados referem-se à prática de "racha" ("pega" em algumas regiões) e a outras práticas perigosas em via pública, por exemplo, exibição de manobras perigosas, como cavalos de pau, provocar fumaça dos pneus e outras.

Texto atual:

"Art. 173. Disputar corrida por espírito de emulação:

Infração - gravíssima;

Penalidade - multa (três vezes), suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo;

Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e remoção do veículo."

Como ficará:





Brabham, o Black Jack






John Arthur Brabham, 1926–2014 (Foto Brabham.Co.UK)
Falecido aos 88 anos, australiano deixa legado de criatividade e genialidade em uma categoria cada vez mais à mercê da tecnologia. John Arthur Brabham, ou simplesmente Jack Brabham, foi o único piloto que conquistou o título mundial de pilotos com seu próprio carro.

John Arthur nunca soaria tão forte quanto Jack e absolutamente nada marcante como Black Jack, os dois apelidos que tornaram famoso o sobrenome Brabham, uma lenda na história do automobilismo mundial. Piloto de mão cheia, Jack Brabham gravou seu nome no esporte ao ocupar páginas não apenas como o campeão mundial de 1959/60 e 1966, mas também pela sua maneira peculiar e bem-sucedida em abrir novos caminhos na construção de carros de competição na base de soluções simples e confiáveis. Fora das pistas também conquistou fama e amigos pela maneira tranqüila de encarar a vida e compartir seu tempo com quem quer que se aproximasse para um bate-papo ou pedir um autógrafo. Primeiro automobilista a receber o título de “Sir”, ele foi exemplo pelos poucos erros cometidos ao volante e pelas muitas idéias que desenvolveu ao lado do fiel amigo e conterrâneo Ron Tauranac.

Com o Cooper T51 conquistou o título de 1959 (Foto Pinterest)