google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)



Amigo leitor e leitora residente na Grande São Paulo e cidades próximas:

Esta é uma boa chance de ver carros antigos e esquisitos e, mais importante, doar aquele agasalho que você não usa mais, muitas vezes apenas ocupando lugar.

Venha e prestigie esta nobre e singular iniciativa do médico Dr. Alexandre Murad, iniciada treze anos atrás, que tanto vem ajudando a quem precisa, por isso mesmo merecendo todo o apoio do AUTOentusiastas.

A saída é às 11h00, mas desde bem antes dá para apreciar as máquinas.
Não perca! É no domingo que vem (25).

A equipe do AUTOentusiastas
 

Corcel II - Gama

Satisfazendo a curiosidade do leitor, veja o Corcel II Gama cuja a parte frontal foi testada no túnel de vento do CTA.  O projeto Gama não entrou em produção, ficando somente no papel e na prototipagem.

O protótipo do Corcel II Gama foi apresentado em agosto de 1979, em traje de gala, no salão do Estilo do produto no Centro de Pesquisas Ford, em São Bernardo do Campo.





                                                     
Coluna 2014 14.maio.2014                                       rnasser@autoentusiastas.com.br        

Renegade, um jipinho, muitos planos

Apresentado no Salão de Genebra, o pequeno Jeep Renegade foi interpretado por várias ópticas: pelos estadunidenses, pretensiosa excentricidade — italianos fazendo Jeep para vender nos EUA? E substituir os locais, menores da marca, Compass e Patriot? —; para os italianos, orgulho por reagir e sediar parte da produção; resto do mundo, incluindo China e Rússia, futuros produtores, interesse.

No Brasil, no atacado, pelo primeiro produto e fornecedor de partes a outros veículos a ser montados sob o sol marinho de Goiana (PE), na nordestização das operações de veículos leves. No varejo, o crescer da marca Jeep com produção no Brasil.

Para a Jeep produzir em Pernambuco não é chegada, é retorno. Já esteve ali, Jaboatão, a partir de 1965, pioneirismo da Willys-Overland, com o CJ5, terceira geração da marca, montado, exatamente na instalação industrial que permitiu à Fiat enquadrar-se em peculiar legislação de incentivos, instigadora da neooperação pernambucana.

Renegade
 
Não é um jipinho. É a mescla das engenharias e dos saberes da Fiat e da Chrysler, com finais ajustes de suspensão e direção pela Fiat Automóveis no Brasil. Jeitoso, a nosso país tem roteiro comercial tentativo, uma das bases para o sucesso do projeto. Dele a Fiat quer vender mundialmente em 2015 nada menos que 150 mil unidades.
Assim:

Lançamento – primeiro trimestre de 2015;
Distribuição – rede Jeep formada por revendedores Chrysler e Fiat;
Preços – versão de base projetada entre R$ 60 mil e R$ 70 mil, topo de habilidades balizada em R$ 100 a 110 mil.
Versões – base com motor nacional Fiat 1,6 E.torQ, câmbio manual, cinco marchas, tração em duas rodas.
Acima, câmbio robotizado, detalhes de decoração, eletrônica, tela multifuncional, dois tetos em placas removíveis.
Topo com apropriações à versão superior Trailhawk para o mercado dos EUA, como maior altura livre do solo — no Brasil deve ser 25 cm —, e um dos sistemas de tração total no esquema, o Jeep Active Drive Low, com cinco opções para condução — Auto, Neve, Areia, Lama e Pedra. Nesta, para galgá-las, redução de 20:1.
Diesel – Também virá, permitido legalmente pela tração total. No cimo da tabela, motorização italiana, diesel VM, indefinida entre três ou quatro cilindros, injeção common rail – pressão de 1.600 bares, turbo de geometria variável, 12 ou 16 válvulas, comando no cabeçote, árvores contra-rotantes — para anular as vibrações. Três cilindros, 1.500 cm³, 81 cv e 24,5 m·kgf. Quatro cilindros — um três cilindros mais um —, 2.000 cm³, 160 cv e 35,7 m·kgf.
Curiosidade nestas versões é a caixa automática de 8 ou 9 marchas.

Jeep Renegade. Pequeno com grandes planos
Fotos: Lucas Facchini Vane, autor e arquivo pessoal
Executivo SR Del Rey, aposta da empresa no setor de automóveis de luxo diferenciados


Estava numa gravação no Velo Città, circuito no interior paulista que pertence ao empresário Eduardo Souza Ramos, quando o gerente da pista chegou em sua Mitsubishi L200 com um recado do patrão, ele disse: "Portuga, o Dr. Eduardo (Souza Ramos) pediu para te avisar que ele vai vender os carros que você gosta, o Landau e o Del Rey."

Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu,, interior de São Paulo, um circuito bonito e muito bem planejado; na seta, a sensacional curva Saca-Rolha, reprodução da curva homônima no autódromo de Laguna Seca, nos EUA (foto Divulgação)

Foto de 1991, retirada de uma revista sobre celebridades, noticiando o fato do Roberto Carlos usar um automóvel SR.

Não acreditava nisso! O Landau Limusine 1978 que o Souza Ramos transformou para a inauguração do Palace, que durante anos foi alugado para o Roberto Carlos, veículo que passou por um processo de reforma há oito anos, participou da mostra dos 50 anos de carreira do cantor que foi seu maior cliente e agora seria peça do museu particular do seu construtor, estaria à venda? Além disso, o Del Rey Executivo, uma limusine montada no Del Rey também, à venda? Não consegui encontrar respostas para isso, demorei alguns dias e não encontrei respostas, resolvi ir ver logo os veículos.

Landau Limusine SR, veículo transformado por Souza Ramos e que serviu durante anos ao cantor Roberto Carlos