google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Esse é um daqueles posts não planejados que saem de um insight. Até um pouco fora de tema para a maioria, mas acho que cabe aqui. A maior parte de vocês sabe que eu não sou fotógrafo de formação e nem de profissão, mas sim de coração. Por isso eu não tenho pretensão nenhuma de me colocar como fotógrafo ou de achar o meu trabalho muito especial. Fotografia, assim como o design de automóveis, tem relação direta com o gosto pessoal. A única coisa que tenho certeza é que, na maioria das vezes, eu gosto do que faço. E que alguns leitores também gostam, pois recebo muitos incentivos. Então dedico esse post a todos que me incentivam, mesmo que em pensamento. E também como incentivo e a todos que têm alguma atração pela fotografia mas ainda não entraram nesse mundo. Eu preciso encontrar parceiros para dividir e compartilhar experiências!

A fotografia surgiu na minha vida em 2003 quando comprei minha primeira câmera digital. A idéia era apenas retratar minhas viagens de trabalho para a minha família. Mas o mundo digital foi se expandindo tanto, assim como os recursos, e também as viagens, que acabei adotando a fotografia como uma terapia e como uma maneira de expressão. Apesar de conhecer os fundamentos da técnica fotográfica (fiz um curso rápido em 2008) eu não sou nada técnico. Adoro o improviso, a experimentação, a tentativa e erro. Não gosto de carregar parafernália como tripé, flash, rebatedores etc. Por isso acho que jamais me tornarei um profissional. Gosto simplesmente de sair e clicar. Isso acaba sendo um objetivo ou pretexto para pegar o carro e rodar.

Fotos: Divulgação
Mitsubishi ASX Racing


A Mitsubishi Motors apresentou nesta semana a Ralliart Brasil, a sua divisão de alto desempenho que chega ao país trazendo ainda mais tecnologia e desempenho para os veículos Mitsubishi em competições na terra e no asfalto. A Ralliart será responsável por projetar, desenvolver, preparar e customizar veículos que encarem os mais difíceis desafios no asfalto na terra.

“Em todo o mundo, os veículos com a grife Ralliart têm o equilíbrio perfeito entre desempenho dinâmico e prazer ao dirigir. Mais do que isso, a grife representa o aprendizado adquirido em quase três décadas de desenvolvimento e produção de carros de competição”, diz Robert Rittscher, presidente da Mitsubishi Motors do Brasil.





Dando seqüência ao tópico especial específico Desenvolvimento de Veículos, vou abordar outros atributos, conforme eu havia dito.

DIREÇÃO (Steering)

A importância do sistema de direção começa com o volante, que é a ligação direta do motorista com o veículo através das mãos.

O volante de direção deve ter uma  empunhadura  e acabamento superficial que mantenha o atrito (grip) suficiente com as mãos sem ser desconfortável ao contato. Ter uma empunhadura e diâmetro adequados que garantam os padrões de conforto e precisão.

Em adição, permitir que todos os controles operacionais como buzina, borboletas para troca de marchas, controle remoto do rádio etc, sejam alcançados sem que seja necessário tirar as mãos da empunhadura.

Os materiais e a cor do volante devem garantir que o motorista não queime as mãos após o veículo ficar muito tempo sob carga solar direta. Infelizmente por questões de estética a maioria dos volantes são pretos absorvendo calor.  Me lembro do Fusca nos idos da década de 60, com o volante claro cor de marfim.  O pomo da alavanca de mudanças e os botões de todos os controles inclusive os do rádio também na cor marfim

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou nesta sexta-feira resultados da indústria automobilística em abril e no quadrimestre. O licenciamento de autoveículos apresentou aumento de 21,8% ao se comparar as 293,2 mil unidades vendidas no quarto mês do ano com as 240,8 mil de março.

No comparativo com abril de 2013, que registrou licenciamento de 333,7 mil unidades, o recuo foi de 12,1%. No resultado do quadrimestre o setor também registra retração: foram 1,11 milhão de produtos comercializados neste período contra 1,16 milhão no ano passado, baixa de 5%.

O setor registrou queda também nas exportações de autoveículos nos quatro primeiros meses do ano. Foram 111,9 mil produtos enviados para fora do Brasil, retração de 31,9% na comparação com as 164,3 mil do mesmo período do ano passado. Na análise mensal o registro é de crescimento: as 36,7 mil unidades de abril de 2014 representam alta de 55,7% frente a março, quando o setor exportou 23,5 mil autoveículos – com relação as 52,8 mil de abril de 2013 a redução foi de 30,4%.