Fotos: autor
O Fiat Linea foi lançado em setembro de 2008, poucos dias após a quebra do banco de investimento Lehman Brothers, que desencadearia uma grave e longa crise financeira mundial, momento nada apropriado para um lançamento. Para muitos, mau presságio. A esse fato, que é discutível, juntaram-se os de todo mundo achar que o Linea era apenas "um Punto três-volumes" e outro, pretensão da Fiat em considerar concorrentes do Linea a dupla Civic-Corolla.
Como tal eram seus preços: básico (hoje Essence), R$ 60.900 (+ R$ 3.000 para o câmbio Dualogic); Absolute, R$ 68.640, só com Dualogic; e T-Jet, R$ 78.900 (fonte: Best Cars). Isso contribuiu para o Linea sempre ter vendido abaixo do esperado pela Fiat, que era cerca de 30 mil carros por ano, chegando a apenas 60 mil unidades em cinco anos e ultimamente, cadência de 7 mil/ano. Deve ser lembrado que no primeiro ano o motor não era o E.torQ 1,8, mas um 1,9-litro de origem argentina, 130/132 cv (gas./alc.), potências que seriam mantidas com o E.torQ. O T-Jet foi descontinuado em 2012.
Como tal eram seus preços: básico (hoje Essence), R$ 60.900 (+ R$ 3.000 para o câmbio Dualogic); Absolute, R$ 68.640, só com Dualogic; e T-Jet, R$ 78.900 (fonte: Best Cars). Isso contribuiu para o Linea sempre ter vendido abaixo do esperado pela Fiat, que era cerca de 30 mil carros por ano, chegando a apenas 60 mil unidades em cinco anos e ultimamente, cadência de 7 mil/ano. Deve ser lembrado que no primeiro ano o motor não era o E.torQ 1,8, mas um 1,9-litro de origem argentina, 130/132 cv (gas./alc.), potências que seriam mantidas com o E.torQ. O T-Jet foi descontinuado em 2012.
| Visual atualizou-se; indicador de direção dianteiro no lugar certo, na extremidade |

