google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
A Bosch divulgou essa informação hoje e o Ae a considera útil por fornecer um panorama do que está sendo feito em favor da mobilidade eficiente e segura. É um texto um pouco longo, que obviamente chama à empresa a apreciação, mas que independentemente disso vale a pena ler quando se dispuser de um tempo. Espero que aproveitem.

Bob Sharp
Editor-chefe
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Há 20 anos, a internet revolucionou a computação. Ao longo dos próximos anos, a internet também irá revolucionar os veículos. A Bosch está tornando os carros uma parte ativa da internet e trazendo uma ampla variedade de benefícios aos motoristas. "Um carro conectado sempre será um carro melhor", diz Wolf-Henning Scheider, membro do Conselho de Gestão da Robert Bosch GmbH e responsável pelo setor Automotivo. Ao colocar os veículos em rede, a Bosch está melhorando o conforto, a segurança e a eficiência da mobilidade do amanhã, ao mesmo tempo em que a empresa está trazendo a fascinação do mundo digital para as ruas.

Fotos: autor


O novo EcoSport é mesmo outro carro, outro suve, como bem disse o Bob em seu post por ocasião do lançamento em agosto de 2012. O leitor interessado no modelo deve ler o post, pois é completo. Este meu apenas traz detalhes pinçados no dia-a-dia, com observações que só usando o veículo ao longo da semana e viajando com ele se pode levantar, e fala também sobre o câmbio robotizado de duas embreagens PowerShift, opcional ainda não disponível na ocasião do lançamento, só introduzido no fim do ano.



Quanto ao design, me abstenho de comentar. Uns gostam e outros nem tanto. Só posso dizer que achei honesta a mudança radical de suas linhas, pois o EcoSport mudou em essência. Hoje ele não é só um jipinho urbano, como as linhas do anterior sugeriam. Não se tratou de mero facelift que manteria o veículo o mesmo. Houve mudanças também radicais de comportamento, sendo que hoje está bem mais macio e é um bom estradeiro, como suas atuais linhas sugerem.

A versão avaliada é a Titanium Plus 2,0 PowerShift, de preço público sugerido R$ 81.390. O "plus" significa bolsas infláveis laterais e de cortina, além das obrigatórias frontais, e bancos parcialmente revestidos em couro, em adição aos itens do Titanium normal.







Coluna 1214   19.mar.2014                     rnasser@autoentusiastas.com.br     
10 anos de garantia em peças e serviços 
Uma das maiores questões quanto à garantia de manutenção por existência de peças e serviços está em caminho de solução Como toda questão simples, é complexa. Pergunte a algum amigo qual o prazo, obrigatório por lei, para existir partes destinadas à reposição, aptas a manter um automóvel em rodar correto. Ouvirá, na maioria das vezes, 10 anos. Número mágico, na prática não existe.
Nossa legislação, pelo Código Civil, não abriga tal previsão. E a lei específica, o Código de Defesa do Consumidor, sai-se com etérea precisão em seu Art 32, § único: “os fabricantes e importadores deverão assegurar a oferta de componentes e peças de reposição enquanto não cessar a fabricação ou importação do produto (…) cessadas a produção ou a importação, a oferta deverá ser mantida por período razoável de tempo (nosso grifo), na forma da lei.” 
Nada mais abstrato e inaplicável que o dito período razoável, transformando reclamação em discussão ampla, longa, com poucas chances de resolução do problema do consumidor. Pequena referência às vezes utilizada, da Secretaria da Receita Federal, a Instrução Normativa 162/1998 estabelece prazos para desvalorização contábil e, ao atingir o zero em abatimento, entende-se como o prazo de duração do bem. Em tal tabela automóveis durariam apenas cinco anos.
Muda
Foto: globoesporte.globo.com


Hoje Ayrton Senna completaria 54 anos. Além de tudo o que se conhece da sua carreira na F-1, tragicamente interrompida em 1° de maio de 1994 no GP de San Marino, esse é um dos gestos mais marcantes de Senna, exibir a bandeira brasileira após uma vitória.

Esse gesto começou quando ele venceu o GP dos Estados Unidos em Long Beach, 1986. Nesse vídeo ele conta como foi:




Sem querer, Senna, com esse gesto tão aparentemente simples e inocente, teria um efeito sobre os brasileiros que ele nunca poderia imaginar. No sábado, o Brasil fora eliminado da Copa do Mundo de Futebol, no México, nas quartas de final, pela França. Os brasileiros estavam arrasados. Mas aquela volta que Senna deu empunhando a bandeira literalmente mitigou o amargo sabor de derrota e da exclusão da Copa. Curou a ressaca.

Desde então, a cada vitória, a cena se repetiria.

Parabéns e muito obrigado, Ayrton Senna!

Ae