google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Fotos: Rohbson Teixeira de Oliveira e autor
V-8 e biturbo, força extra ao Galaxie, a combinação ficou inusitada e interessante.

Nem só de placa preta viverá um homem. A frase, com um quê de bíblica, é o que penso sobre os carros de uma garagem. Confesso que já fui muito a favor dos "streets", também já fui um "xiita zé-frisinho", hoje me considero no meio-termo. Atualmente penso: cada carro tem uma história e cada um faz o que quer com seus veículos.

O carro conserva muitos detalhes originais em sua carroceria, por exemplo, os frisos e lanternas...

... o que não é original do modelo veio de outros Galaxies e automóveis da marca, o que confere um charme ao projeto



Depois da vergonhosa absolvição de crime de formação de quadrilha dos líderes do Mensalão, que o deixou arrasado, todos nós vimos, V.Sª. é a única esperança que nos resta para voltarmos a ser respeitados e também acabar com a farra em Cuba, Venezuela e Bolívia com o nosso dinheiro.

Candidate-se a presidente, Ministro Joaquim Barbosa. O primeiro turno liquida o assunto.

Bob Sharp
Editor-chefe
AUTOentusiastas

Na procura de um Chevette para virar Chepala, este hatch 1982 foi o escolhido

Alguns carros nascem de ponta-cabeça (de cabeça pra baixo, dizem muitos), como o caso do meu Chepala. Há quase 10 anos eu tinha um motor Opala quatro-cilindros 2,5 jogado na oficina do Renato Gaeta, em Tatuí. Sobrou de algum projeto antigo. Ele pedia para eu tirar o motor de lá e a resposta era: Calma! Vou arrumar um carro pra gente colocar este motor. Ou seja, tinha o motor, faltava o carro.

Queria um Chevette, um carrinho de boas lembranças, que merecia aquele motor Opala. Tive dezenas de carros, mas nunca um Chevette. Meu irmão teve um “zero-bala” em 1976/77, um Tubarão azul calcinha. Andei bastante com o carrinho do meu irmão e até os defeitos eram agradáveis. Gostava da sua agilidade e até de dirigir com os “pés tortos”, já que os pedais são deslocados para a esquerda em relação ao volante devido ao grande túnel central. Mas, o que realmente me atraía no Chevettinho era aquele pulinho, aquela levantada de traseira quando se trocava as marchas com rotação mais elevada. Resultado da lendária tração traseira, na qual as rodas empurram ao invés de puxar o carro, combinado com o tubo de torque que reagia empurrando o carro para cima. Uma tração “onde Deus mandou”. E o Chevette acabou se transformando praticamente no último carro pequeno com tração traseira no Brasil, ao lado do coitado do Gurgel BR-800.

Foi encontrado em Belo Horizonte, em anúncio na internet












Coluna 0914   26.fev.2014                rnasser@autoentusiastas.com.br            
Salão de Genebra, 6 a 16 de março, tem posição mercadológica bem definida para sobreviver na disputa entre a poderosa meia-dúzia que se impõe ao setor: novidades européias e pesquisas para os novos tempos com os automóveis — menores consumo, e emissões, integração com eletrônica, novos combustíveis.
Novidades
De veículos comuns, motores de ciclo Otto – combustível vaporizado e velas de ignição —, ainda tem seu lugar e serão, por tempos, maioria das vendas.
Ford Focus - No setor, é a novidade mais palpável a consumidores brasileiros, exibindo as próximas mudanças a ser aplicadas no produto feito na Argentina. Mudança maior, frontal, grade mais elevada, trabalho no grupo óptico, idem para o traseiro. Dentro, trabalho em materiais como o cromo satinado, no console, porta-luvas, para mudar, melhor operar, oferecer sensação de aconchego e refinamento. Mudança maior, embora culturalmente difícil ao mercado brasileiro, é a opção de um novo motor: três cilindros, 1,0, 12 válvulas, injeção direta e turbo, 123 cv e uns 15 m·kgf de torque. Este motor será produzido no Brasil, inicialmente com aspiração atmosférica, marcando o sucessor do Ka. Caixa de seis marchas, suspensão, direção e freios reacertados.

Ford Focus, refrigério nas linhas