google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Números e sonhos marcaram o treino de jovens pilotos realizado na semana passada em Silverstone. Sebastian Vettel foi o mais rápido e o espanhol Carlos Sainz Jr. foi a grande surpresa.

Há muito a Fórmula 1 não abria espaço para tantos novatos como na semana passada em Silverstone, quando 31 pilotos de 17 países completaram 2.494 voltas pelo circuito inglês, distância equivalente a quase 48 vezes a distância do GP. Das equipes, apenas a Mercedes não participou, cumprindo suspensão por causa do teste fora das regras realizado em abril, em Barcelona. O melhor de tudo isso é que não foi registrado nenhum acidente ou incidente motivado por pneus estourados, o grande barulho da corrida vencida por Nico Rosberg. E olha que pneu é o que não faltou: a Pirelli informa que levou nada menos de 344 jogos, ou seja, 1.376 borrachudos e a proposta inicial não era nem avaliar compostos.

Pois bem, embora os três dias de testes tenham sido disputados em pista seca e, coisa rara na ilha, sob sol, o evento da semana passada pode muito bem ter sido um divisor de águas na logística da F-1 atual. Verdade que a FIA já anunciou que os assim chamados “testes de pneus”, uma prática comum nos anos 1990, voltarão com regularidade no ano que vem, mas já deu para matar a saudade. Ao contrário do que acontecia no passado, agora essas provas serão realizadas na semana seguinte ao GP e com um dia de intervalo, solução adotada para conter custos dizem os cartolas. 

Vettel e Ricciardo (foto Red Bull Media)

Os primeiros táxis híbridos de São Paulo: boa idéia?

Vivenciei duas cenas num ponto de táxi da Av. Paulista, esquina com a Av. Consolação, na mesma semana.

Na primeira, um Toyota Prius, desses da nova frota verde que a Prefeitura de São Paulo vem patrocinando aos frotistas de táxis. "Favor, leve-me à Praça Panamericana". Gosto de papear com motoristas de praça, sempre nos dão uma visão interessante de sua relação com os automóveis. Os elogios ao Prius não cessavam, "gasto menos de 30 reais por dia", dizia. "Quanto roda?", perguntei. "Üns 250 km". 

Nas minhas contas, o consumo batia perto dos 22 km/l, confirmado pelo taxista. "Não faz barulho, no pára-e-anda ele vai só no modo elétrico", e acionava no mostrador aqueles gráficos de modo de funcionamento para me entreter e impressionar. Chegamos ao destino em pouco mais de 20 minutos, gostei. Já havia experimentado o Prius como passageiro de táxi e também o dirigido, foi só mais uma confirmação.

Nissan Leaf táxi: somente dois rodando e destinos não podem ser distantes
Por problemas de ordem pessoal do autor, não haverá hoje a coluna "Conversa de pista", prevista para 10 horas desta terça-feira. Leia novo post habitual ao meio-dia.
Fotos: autor


Nesta semana tive uma prova contundente do quanto é importante o design do painel de um carro. O painel do JAC J3 mudou da água para o vinho. O antigo me parecia muito feio, com desenho barato e brega, além de iluminado por escandalosas luzes arroxeadas, demasiadamente fortes, cuja intensidade não podia ser diminuída, “já-que” não havia regulagem desta. Esse aspecto desagradável se tornava um incômodo; pois, afinal, o painel é o setor do carro que o motorista mais vê; fica bem na nossa cara, o que acaba nos dando a falsa impressão de que todo o carro é assim, barato e brega como o painel.

Painel e volante reestilizados
Felizmente, em nossas avaliações dos antigos JAC J3, conseguimos deixar essa falsa impressão de lado e julgá-lo com objetividade, como todos os carros merecem.

Para o modelo 2014 “deram uma copiada” no painel do VW Fox atual. A meu ver foi uma boa escolha, pois reputo que esse é um dos melhores painéis dos carros nacionais. Seu design é de bom gosto e sua leitura é clara. As luzes são brancas e há regulagem de sua intensidade. Se é p'ra copiar, ao menos copiaram o certo.

Mostradores do Fox? Não, do J3