google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Pouco antes de assumir o cargo, o prefeito Fernando Haddad (PT) anunciou mudanças na inspeção veicular, surpreendendo aos muitos que não o elegeram, como eu, pela clareza e objetividade. Entre as alterações, passar as inspeções de anuais para bienais e atingindo somente carros com mais de cinco anos de fabricação.

Mas vozes logo se levantaram contra a elogiável intenção do prefeito, conforme publicado na Folha de S.Paulo desta sexta-feira e, acredite se quiser, membros do legislativo municipal, num posicionamento no mínimo jurássico.

E um dos vereadores que estão se manifestando contra a idéia de Haddad é Andrea Matarazzo (PSDB), justamente quem ajudei eleger pedindo às pessoas do meu círculo que dessem seu voto a ele. Obviamente, sinto-me traído.

Eu o conheci alguns anos atrás e dele tive a melhor impressão, vendo nele uma pessoa educada e com excelente visão da coisa pública. Portanto, ao menos nesta questão da inspeção, uma grande decepção!

Vá-se saber que interesses estão movendo os que são contra a mudança no esquema da inspeção, ao desprezarem solenemente o que se faz nos países avançados à luz da realidade da tecnologia atual dos motores. Na Era do Mensalão não é difícil imaginar que interesses seriam esses.

É mesmo São Paulo, por obra de alguns de seus vereadores, na contramão.

De novo, a pergunta: o que será que fizemos para merecer isso? Ira dos deuses? Maldição?

BS
Desenho: neuroblog.brain-dynamics.es



Nas batidas em que um carro que seguia rapidamente atinge um mais lento saindo de uma via transversal, os motoristas dos carros rápidos geralmente afirmam não terem visto o veículo vindo da direita ou da esquerda. Eles não estão mentindo, apenas não viram realmente o outro veículo, mesmo à plena luz do dia. O fenômeno que diz respeito aos motoristas do carro rápido é chamado de “Cegueira de Movimento”. É incrível mas é verdade e preocupante.

Os pilotos militares recebem instrução sobre cegueira de movimento durante seu treinamento porque ela ocorre em velocidades mais altas e, até certo ponto, isto é aplicável a motoristas também, especialmente aqueles de carros mais velozes. Desse modo, se você dirige, leia o que segue com atenção.
Fotos: autor



Não é fácil encontrar caminho ruim o bastante para criar dificuldades à Ranger, a picape média 4x4 lançada pela Ford no final de junho. No evento para a imprensa, realizado em Salta, Argentina, foi proporcionado aos jornalistas um trajeto aventureiro para fazermos com a picape, subindo e descendo rampas escorregadias e rodando por vaus de riachos pedregosos e bastante fundos, com mais de meio metro de água. Nessas já deu para ver que a picape é valente à beça. Faltava viajar com ela e senti-la no dia-a-dia.

É difícil achar aventura para ela

Indo de São Paulo a Pirassununga, pegando a rodovia dos Bandeirantes e a Anhangüera, a picape viajou muito bem, silenciosa, mantendo 120 k/h em 6ª e última marcha com giro baixo, 2.100 rpm. A versão em teste é a Limited, a topo de linha, com câmbio automático e uma série de opcionais que lhe dão conforto, conveniências e enorme valentia no fora-de-estrada; portanto, nas relativamente vazias estradas de pista dupla era só ligar o controle de velocidade e deixar rolar.


Fotos: arquivo pessoal.

Chevette 4-portas, lançado numa época em que os carros de duas portas eram os preferidos – vendeu pouco, mas hoje o modelo é raridade procurada por colecionadores

Ao falar em Ford Corcel, muita gente torce o nariz, vem à cabeça de muita gente aquele carrinho surrado de um pedreiro ou o automóvel de “tiozinho”, aqueles que usam o automóvel pouquíssimo e dirigem com o corpo colado ao volante, normalmente devagar e atrapalhando a via local. O mesmo pensamento é estendido aos Dodges 1800, Polara e Chevrolet Chevette.

Acontece que os pequenos dessa fase são veículos bastante inteligentes, econômicos e em alguns casos carros muito “espertos”. Particularmente não tenho muitas experiências com os Chevettes, mas sempre andei nos carros do amigo Fabiano Tilli que é grande fã dos modelos quatro-portas, mas preferia andar com a picape Chevy 500, um carro muito íntegro, original e que gostava de acelerar. Mas é fato que o motor 1,4 e 1,6 serviram de base para muitos projetos mais modernos da fabricante que até faz referências à economia com “novos” projetos que não tem a autonomia dos modelos velhinhos.