google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foto: diversifiedinsurance.blogspot.com



Falei hoje da manhã e em incontáveis ocasiões neste AE sobre a importância da visibilidade ao se dirigir veículo um automotor. Infelizmente, a julgar pelos comentários que nos chegam, essa noção não está devidamente enraizada em muitos motoristas.

Nos aviões, por exemplo, quando o trem de pouso era do tipo com roda de bequilha lá na traseira, havia um problema sério de visibilidade quando no solo, sendo mandatório ir efetuando curvas em "S" para o piloto poder ver o caminho à frente.

Foto: militaryfactory.com

Foto: campograndesantos.wordpress.com

Tragédia: três garis são atropelados quando trabalhavam e dois morrem


Sempre se fala que carro velho causa acidente, que falta uma inspeção técnica veicular – não a atual inspeção de emissões – que examine o estado mecânico dos veículos, que tem muito carro rodando sem oferecer condições mínimas de segurança. Só que os acidentes graves, com morte, que têm acontecido nos últimos meses, mostram que não é bem assim.

De Porsche 911 a Chevrolet Camaro, passando por utilitários esporte, em regra só dá carro mais novo. Um denominador comum nesses acidentes é motorista embriagado e vidros escurecidos. Qual a participação de um e outro? 

Foto: Google Earth


Numa viagem a Miami, anos atrás, notei placas indicativas de ruas colocadas sobra a via, não em postes nas esquinas. Achei ótimo, de longe já se via o nome da próxima transversal.

Eu tinha um bom relacionamento com o presidente da CET de então, o Gilberto Lehfeld, e falei com ele sobre a utilidade de tal localização das placas de ruas, não apenas para facilitar a vida dos motoristas como também, e principalmente, para contribuir para a fluidez do trânsito, já que não é preciso seguir lentamente para achar a rua que se procura. Ele comprou a idéia imediatamente e hoje se vê em São Paulo muitas dessas placas em ruas e avenidas.


Outro exemplo de como vale a pena aproveitar as soluções de outros países é a indicação de aeroporto.

Há algumas semanas falei sobre a idade avançada dos projetos dos automóveis fabricados e vendidos aqui e fiquei de ensaiar pareceres e razões que justifiquem uma mudança no nosso panorama, posicionando-nos em sintonia com o Primeiro Mundo.

Ou seja, os fabricantes aqui instalados atualizarem seus produtos a cada cinco ou seis anos, um só face lift no meio do caminho, de maneira regular e planejada, assim como o fazem em seus principais mercados domésticos e de exportação, respeitando o ciclo de vida dos produtos.


Lá, esse prazo de renovação é mais ou menos o mesmo para todos os fabricantes e os compradores dos mercados desses países avançados acostumaram-se a esses ciclos, convivem com eles há muitos anos.

Tomemos o exemplo hipotético de alguém que tenha um Peugeot 307, comprado em algum país da União Européia em 2004 ou 2005 (lá foi lançado no final de 2000) e pensa agora em substitui-lo. Há o 308, seu sucessor, mas se quiser sair da marca e manter-se no mesmo segmento C há o Ford Focus III, ou Opel Astra IV, ou VW Golf VI, Renault Mégane III, Citroën C4 (irmão de plataforma do 308), Fiat Bravo, enfim, todos mais modernos em uma geração ou mais em relação ao seu 307.