google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foto: Google Earth


Numa viagem a Miami, anos atrás, notei placas indicativas de ruas colocadas sobra a via, não em postes nas esquinas. Achei ótimo, de longe já se via o nome da próxima transversal.

Eu tinha um bom relacionamento com o presidente da CET de então, o Gilberto Lehfeld, e falei com ele sobre a utilidade de tal localização das placas de ruas, não apenas para facilitar a vida dos motoristas como também, e principalmente, para contribuir para a fluidez do trânsito, já que não é preciso seguir lentamente para achar a rua que se procura. Ele comprou a idéia imediatamente e hoje se vê em São Paulo muitas dessas placas em ruas e avenidas.


Outro exemplo de como vale a pena aproveitar as soluções de outros países é a indicação de aeroporto.

Há algumas semanas falei sobre a idade avançada dos projetos dos automóveis fabricados e vendidos aqui e fiquei de ensaiar pareceres e razões que justifiquem uma mudança no nosso panorama, posicionando-nos em sintonia com o Primeiro Mundo.

Ou seja, os fabricantes aqui instalados atualizarem seus produtos a cada cinco ou seis anos, um só face lift no meio do caminho, de maneira regular e planejada, assim como o fazem em seus principais mercados domésticos e de exportação, respeitando o ciclo de vida dos produtos.


Lá, esse prazo de renovação é mais ou menos o mesmo para todos os fabricantes e os compradores dos mercados desses países avançados acostumaram-se a esses ciclos, convivem com eles há muitos anos.

Tomemos o exemplo hipotético de alguém que tenha um Peugeot 307, comprado em algum país da União Européia em 2004 ou 2005 (lá foi lançado no final de 2000) e pensa agora em substitui-lo. Há o 308, seu sucessor, mas se quiser sair da marca e manter-se no mesmo segmento C há o Ford Focus III, ou Opel Astra IV, ou VW Golf VI, Renault Mégane III, Citroën C4 (irmão de plataforma do 308), Fiat Bravo, enfim, todos mais modernos em uma geração ou mais em relação ao seu 307.



 Primeiro flagrante

"Façam o que eu digo, mas não façam o que  eu faço" seria a legenda perfeita para esta foto (acima) enviada ao AE por um leitor, que prefere não se identificar. A foto fala por si só.

Esse é um dos grandes problemas do Brasil hoje, o exemplo não vir de cima. A picape da CET tem número de ordem 0275.




Segundo flagrante

 Domingo (15) chuvoso na cidade. Até aí, normal. Na Rua Alvarenga, em Pinheiros, trânsito congestionado. O motivo está nos cones, o "caminho" feito para se andar de...bicicleta. Não havia ninguém pedalando nesta e em outras ruas próximas, muitas, inclusive, com acessos fechados.

Faltam à administração do trânsito da capital cabeças que pensem: quando está chovendo – inclusive os serviços de meteorologia vêm acertando muito bem as previsões – a operação Ciclofaixas de Lazer tem de ser suspensa, ou resultado é esse da foto.

Até parece punição a quem anda de automóvel ou então uma nova forma de sadismo, o oficial.

BS



Um amigo me contou esta hoje.

Sem tempo para fazer a inspeção veicular do carro dele (Controlar, em São Paulo-SP) por causa de sua vida profissional corrida, meu amigo pegou com um vizinho uma indicação de um mecânico que por módicos R$ 40 levaria seu carro para a inspeção.

Pagou e agendou pelo site para segunda-feira, e na segunda de manhã deixou dinheiro (os 40 reais), chave e documento para o mecânico pegar o carro e levar a um posto da Controlar.

No mesmo dia, às 18h, o mecânico ligou para ele, dando a notícia "O carro não passou" e que o havia trazido para a oficina, onde diagnosticou que seria necessário trocar várias peças, no valor de 320 reais, para fazer o carro passar na inspeção e que havia conseguido reagendar para quinta-feira.