google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
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Foi um igual a esse, só que verde. Era 1973, ano antes do lançamento, numa reunião do Conselho Técnico Desportivo Nacional da CBA na Sociedade Hípica Brasileira, eu presente por presidir a Comissão Nacional de Pilotos, chega, direto de São Bernardo do Campo, com um Passat, o Otto Kutner, que eu conhecia há anos do tempo de Vemag. 

Ele havia ido à reunião para tratar de assunto relativo às modalidades monomarca  que a Volkswagen promoveria a partir de1974, o Torneio Nacional Passat e as Fórmulas VW 1300 e 1600. Por ser da engenharia experimental, aproveitou a viagem ao Rio para andar com o Passat numa situação normal.

Eu já vinha lendo sobre o novo Volkswagen, que seria fabricado aqui, e estava curioso em ver como era, dirigi-lo. O Otto nem pestanejou quando lhe pedi a chave, que já tinha serrilha simétrica. Além da amizade, eu era concessionário Volkswagen.
Foto: anarbor.com


No dia 3 último publiquei o post Coisa de doido, no qual falei sobre o absurdo de ciclovias utilizando calçadas em Araçoiaba da Serra, SP e o absurdo ainda maior de tal ser permitido pelo Código de Trânsito Brasileiro.

Anteontem (5/8) o leitor Cabral comentou que na Alemanha essa prática é permitida, e até obrigatória em alguns casos, inclusive enviou link para uma página na internet contendo a sinalização específica:

Calçada  e seu uso obrigatório para ciclistas, que nesse caso não podem usar a rua






Como acima, mas com linha de separação dos usuários da calçada






Calçada onde é permitido andar de bicicleta, mas atento aos pedestres








Nota: frei = livre, permitido

Sinalização de ciclovia






 Desenho: fatonovo.com



O post Coisas do Brasil, de 23 de julho p.p. foi recordista de comentários, 233 até agora. Não foi o item que gerou mais discussão, mas o sétimo, reforma ortográfica, foi amplamente discutido pelos leitores.

Nunca engoli esta reforma, que entendo como totalmente desnecessária e absurda, o exemplo perfeito de falta do que fazer, fora o que gerou de despesas de toda ordem para a sociedade, como reedição de dIcionários, manuais – precisam ver o guia, que parece um tijolo, que as editoras foram obrigadas a comprar e usar para consulta, palavra por palavra – devido a essa excrescência lingüística.



O ano é 1968, e a pista é Nürburgring, Alemanha. Numa nebulosa tarde de 5a feira, a bordo de um Fusca, Jackie Stewart e Ken Tyrrell, então piloto e mecânico-chefe da Equipe Matra F-1, saem para umas três voltas de reconhecimento no circuito que perfazia quase 23 quilômetros (Nota: em 1984, por medida de segurança, fizeram um traçado menor, porém, diferentemente do que uns “xaropes” fizeram com Interlagos, mantiveram também em uso o longo e maravilhoso traçado antigo – os europeus não jogam, como nós, seu passado no lixo).

A situação era soturna, a visibilidade era tão baixa que não permitia Stewart acelerar o lento Fusca sem que corresse o risco de se chocar com algo acobertado pela bruma.