Fotos: autor

Não é de hoje que conheço o Sr. Nestor Salerno. Nos últimos cinco anos tive a oportunidade de viajar quatro vezes a Buenos Aires e em todas visitei sua oficina/ateliê. Digo "ateliê" porque os frutos do seu trabalho são verdadeiras obras de arte. Chamar o local de somente oficina ou pequena fábrica seria dar uma imagem errada, incompleta.

Não é de hoje que conheço o Sr. Nestor Salerno. Nos últimos cinco anos tive a oportunidade de viajar quatro vezes a Buenos Aires e em todas visitei sua oficina/ateliê. Digo "ateliê" porque os frutos do seu trabalho são verdadeiras obras de arte. Chamar o local de somente oficina ou pequena fábrica seria dar uma imagem errada, incompleta.
Com essas visitas acabamos nos tornando amigos e, por esse motivo e também por ele recriar os modelos de automóveis que mais gosto – os bipostos de corrida da década de 1950, os carros esporte – tenho lá minhas dúvidas se aqui serei um repórter isento, mas o leitor sendo um apaixonado por esportivos, como é o perfil dos nossos leitores, sei que vai entender o meu fraco.


