google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foto: transitoweb.com.br


Antes de começar, quero explicar aos leitores do AE de outras cidades e estados que o texto abaixo é baseado em informação da autoridade de trânsito de São Paulo e se justifica por ser a cidade mais populosa e com maior número de veículos. Fora dados estatísticos, o que será dito a seguir é aplicável ao país todo.

Acabou de sair o número. Em 2010, 478 motociclistas perderam a vida no município de São Paulo. Mais de uma pessoa por dia, 1,3 para ser exato. Sobre 2009, o aumento foi de 11,2 por cento. Motos – 900.000 – representam 11 por cento do total de veículos registrados em São Paulo e motociclistas envolvem-se em 30 por cento dos acidentes fatais.
Foto: atc.org.br

Certos hábitos são difíceis de entender. Comprar carro na feira é um deles..

Até onde minha memória alcança, os chamados feirões começaram perto do fim de década de 1990. Feirão de fábrica nos fins de semana de repente começou a ser a maneira de vender automóvel.

Anúncios na tevê tipo “A GM abre os portões da sua fábrica”, acrescido de “condições especiais” passaram a ser comuns. Estratagemas como “O sucesso do feirão no fim de semana passado foi tão grande que resolvemos continuar no próximo” repetem-se à exaustão.

Dia de feira na GM de São Caetano do Sul (foto maxpressnet.com.br)

Junto com os feirões de fábrica vieram os feirões simplesmente, organizados em grandes áreas como os estacionamentos de shoppings e não demorou para que parte das redes de concessionárias engajassem em feirões de fim de semana.

Foto: billdodgeautogroup.com


Muito se fala em reduzir consumo de combustível e emissões de CO2, mas costumamos nos esquecer de um detalhe importante relacionado a esses dois pontos: a pressão de enchimento dos pneus.

Um estudo da Bridgestone envolvendo 38.000 carros em nove países europeus revelou que 71 por cento dos carros (27.000) estavam rodando com pressão abaixo da recomendada.

Fotos: Fiat//StudioCerri/Pedro Brito
Um interessante exercício de estilo, é como pode ser chamado o Uno Cabrio. Apresentado no último Salão do Automóvel de São Paulo como carro de show, ganhou vida tornando-se um conceito que anda –  concetto marciante em italiano. A carroceria que serviu de base é a do recém-lançado Uno duas-portas e o trabalho da engenharia experimental, capitaneado por Fabrício Cardinali, envolveu as áreas de Chassi, Motor e Transmissão, Elétrica e Interior. 

Segundo Fabrício, a remoção do teto exigiu reforços em toda a estrutura que chegam a 150 kg, o carro pesando 1.153 kg mas ainda 70 kg menos que o Punto T-Jet, de quem o Cabrio tomou emprestado o trem de força completo, começando pelo motor 1,4-litro turbo 16V de 152 cv a 5.500 rpm