google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Me mudei recentemente, estou morando próximo ao autódromo Nelson Piquet (ou o que restou dele) aqui no Rio, no bairro de Jacarepaguá, e hoje percorro diariamente três avenidas que são as grandes artérias da região da Barra da Tijuca e Jacarepaguá-autódromo, que são as avenidas das Américas, Ayrton Senna e Embaixador Abelardo Bueno.

Outro dia me surpreendi como percorri uma boa parte do trecho entre os shoppings Barrashopping e Downtown (o mais movimentado) e só parei em um sinal de trânsito, mas isso não é a regra. Esse trecho tem menos de 5 km, com sinais sincronizados e com tempo de verde entre 2min e 2min30, provavelmente seria possível sair do primeiro assim que abrisse e cruzar todo o percurso sem parar em sinais, melhorando a fluidez do trânsito na região.

Quase me acabei de rir ao ver a pergunta acima na seção "Correio Técnico" da revista Quatro Rodas, edição de janeiro de 1965. E, como não poderia deixar de ser, metade do riso foi para a resposta, inimaginável no mundo pasteurizado de hoje.

Tempo bom que não volta, a vida era mais simples até nisso! Não se falava em preparação de motores, mas sim em veneno: o próprio termo já dava uma noção de coisa proibida, maléfica, que fatalmente comprometeria a vida do motor.


Há uma boa polêmica no nosso grupo sobre qual tipo de leitura de velocímetro é melhor, a tradicional analógica ou a digital. Eu sempre fui muito tradicional nesse ponto, sempre apreciei o ponteiro ques sobe na sua escala, até mesmo compondo o visual do quadro de instrumentos com o conta-giros. Mas  revi esse conceito e hoje prefiro saber em que velocidade está o carro lendo um número diretamente.

Foto: curitiba.olx.com.br

Sempre digo que a melhor marca de carro é zero-quilômetro. Mas muitas vezes não se pode ou não se quer comprar um carro novo e parte-se para o usado. Ou o carro desejado não é mais fabricado. Dias atrás um grande amigo pediu-me que o acompanhasse para examinar justamente um XR3 que ele havia visto num site de vendas, por acaso do tipo da foto.

Ao chegarmos à casa do vendedor, vi o carro estacionado na propriedade. Assim que o olhei mais de perto, disse para o meu amigo: "Nem precisa andar, é só acertar preço". Por que eu disse isso? Experiência. O máximo do meu exame foi olhar o aspecto do motor, que não deve estar lavado e pulverizado,  o que pode mascarar vazamentos, e ouvi-lo funcionar, além de uma olhada no interior do veículo. Para mim teria sido suficiente.