google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Sou paulistano da Lapa, mas fui criado no Ipiranga até os sete anos de idade. Com a família da minha mãe estabelecida em Santo André e a família do meu pai estabelecida em São Bernardo do Campo, nada mais natural do que nos mudarmos para a região do ABC paulista. E foi isso que aconteceu em 1988, há exatos 23 anos.

Ano novo, casa nova, vida nova: pretendíamos morar na Vila Bastos em Santo André, mas quis o destino que viéssemos parar no centro de São Bernardo do Campo. E foi aqui em São Bernardo que completei meus oito anos de idade, cidade na qual criei meu principal círculo de amizades.




Assisti no Jornal da Globo notícia de novo recorde na venda de veículos em nosso país. Já estamos conseguindo comprar, e muito! Cada vez mais. Mas falta aprendermos a comprar. Enquanto isso, os fabricantes nos oferecem carros defasados a preços indecentemente altos. Mas é a tal da lei de mercado, se tem quem compre...

Foto: mgaguru.com

O carburador SU (iniciais de Skinners Union), segundo o Wikipedia, foi patenteado por George Herbert Skinner em 1905 e usado até 1995 no Morris Mini e no Austin Maestro, quando as duas marcas pertenciam ao Rover Group. Foi bastante usado em Jaguar, MG e Triumph, além das suecas Saab e Volvo.  Até em carros nacionais como Brasinca 4200 GT e  Dodge 1800. A Hitachi japonesa também produziu carburadores baseados no princípio de funcionamento do SU, que foram usados em carros que têm história como os Datsun (hoje Nissan) 240Z, 260Z e outros.


O título já diz: são impressões de carros que dirigi, e, como tais, são minhas as impressões, portanto, certamente haverá os que tiveram as suas e discordem.

Cito só a primeira coisa que me vem à cabeça quando os vejo aqui e acolá. Uno Mille: êta carrinho duro. Cabrito. Cumpre o papel que o Fusca cumpriu. Espaçoso, econômico e resistente. E tem gente que reclama quando um carrinho leve desses não tem a direção hidráulica opcional, e aí me lembro de minha mãe - uma mulher delicada – quando ela guiava a nossa Veraneio sem a bendita direção hidráulica e constato que hoje em dia tem muita gente se afrescalhando demais por aí.