google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Na imagem acima, vemos alguns (creio que quase todos) códigos internacionais de registro de veículos, estabelecidos pela ONU em 1949 e ratificados em 1968 pela Convenção de Viena de Trânsito Viário.

Neste tratado internacional, ficou estabelecido que um veículo só poderia circular em um país estrangeiro se ostentasse o código de seu país de origem em letras pretas estampadas em uma plaqueta oval de fundo branco, localizada na traseira do veículo.

Domingo de manhã o amigo Renato me liga e pergunta: "Vamos subir a serrinha de Ferrari?" Que pergunta! Alguém aqui recusaria o convite de andar num 308 GTB? Tomei um café e logo em seguida ele passou aqui em casa. A serrinha aí da foto é a que liga o bairro do Grajaú ao de Jacarepaguá, e foi recapeada recentemente, com um cuidado que nunca vi antes.

O resultado é um asfalto que parece um tapete de veludo preto, e só de olhar o pedaço do traçado que aparece na foto, já dá para perceber o parque de diversões que a estradinha se tornou.


Em 1987, a Ferrari mostrou ao mundo o que viria a ser um dos mais lembrados e aclamados supercarros de todos os tempos, o F40, em comemoração aos quarenta anos da fábrica de sonhos italiana. O único luxo disponível no carro era o fato de a porta abrir e fechar, sem precisar entrar pela janela como em um carro de corrida, pois o propósito do F40 era de proporcionar a máxima experiência em desempenho e prazer ao dirigir. Todo o resto era resto, nada que não fosse necessário para o carro andar seria descartado. A única concessão foi o ar-condicionado, sem o qual a vida a bordo seria insuportável.



Terminei de ler o interessante livro “A Reinvenção do Automóvel: Mobilidade Urbana Pessoal para o Século XXI” (Reinventing the Automobile: Personal Urban Mobility for the 21st Century, Alaúde Editorial Ltda., 2010), de William J. Mitchell, Christopher E. Borroni-Bird e Lawrence “Larry” D. Burns. Dos três, Larry Burns deve ser conhecido dos leitores. Ele foi vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da General Motors Corporation de 1998 a 2009. Hoje é consultor de empresas, do governo americano e de universidades.

O livro, leitura altamente recomendável para autoentusiastas, defende, como era de esperar, o carro urbano elétrico a bateria, um veículo de dimensões reduzidas para motorista e passageiro. Fala da vantagem do acesso por porta única frontal, que permite estacionar perpendicularmente à calçada e com isso três carros poderem ocupar a vaga de estacionamento de um automóvel convencional, para melhor aproveitamento do espaço urbano. E, claro, remete à questão de emissões e do uso de combustíveis derivados do petróleo, cujas reservas são limitadas.