google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foi em 2003. A última noite do ano. Em uma praia em Vitória, Espírito Santo, para comemorar o ano novo. Lá na praia tinha um palco para artistas. Chegou um grupo ”cover” e tocaram a música ”Poeira”, de Yvete Sangalo, bem famosa naquela época. Só que esse grupo fez a música mais ”rock”, assim eu gostei bastante.

Alguns dias depois, dirigindo um Palio alugado até Salvador na BR-101, como em um videogame para não entrar nos buracos, escutei a música original no rádio algumas vezes. Pensei que “Poeira” parecia um pouco como Chimaera (quimera), um carro da TVR. Legal.

Em março de 2004 chegou um e-mail de um amigo na Inglaterra. Ele sabe bem que sou meio louco por bons sons de motores de carros e motos, e perguntou se eu não poderia ir à TVR em Blackpool para visitá-lo e também gravar alguns barulhos bons. Pensei que sim, por que não, e fui até lá, tomar cerveja estranha e gravar barulhos bacanas.

Mas pensei que um disco com só som dos TVR iria ser barulho demais. E lembrei da música "Poeira". Como não sei tocar nenhum instrumento, já que barulho de ferramentas não vale, como eu poderia fazer uma música assim? E como se pode ter permissão de fazer uma versão nova de uma música que já existe? Não é só roubar a música de alguém e colocar no CD, pelo menos não se faz assim nesta parte do mundo. Pensando mas um pouco sobre isso, já tinha muitas perguntas.

Comecei a tentar resolver isso, e a primeira pergunta, quem tem os direitos da música? Pesquisei bastante em vários sites e com vários telefonemas até para a EMI e BMG, ficou claro. Então, como eu poderia ter o direito de mudar as letras e gravar uma outra versão da música aqui (na Suécia)?

A resposta foi que eu precisava mostrar: a nova letra, nome do artista ou grupo, que tipo de CD vai ser, nome da empresa, quantos CDs que seriam fabricados. Simples. Para eles, não para mim.

Hmmm… o problema principal foi que eu não conhecia nenhum grupo de rock. Acabei telefonando para uma pessoa que eu escutei no rádio achando que ele fazia boa música. Com  grande surpresa, ele falou que sim, claro que ele poderia me ajudar. Verdade? Sim muito bom. Ok. Vou fazer a letra, e se tudo der certo ligo de novo.

Mandei todas informações para a empresa com o direito da música, demorou uns meses. A resposta foi, sim, você pode fazer isso. Hurray!

Liguei para o artista. Ele disse que ele não tinha tempo… puxa, o que eu vou fazer agora? Pesquisei outros. Perguntei para alguns que não eram profissionais. Um grupo tentou fazer algo mas ficou ruim, nada para colocar em um CD. Entrei em contato com outros cantores semi-famosos mas não deu certo. Sempre tinham uma desculpa ou problema. Demorou meses mas, no fim, encontrei alguns caras que se interessaram. Podemos chamar eles de “Back Seat Boys”. Pelo menos o cantor é meio famoso aqui na Suécia.

E o resultado? Abaixo a letra da música original e a minha versão do TVR na linha seguinte. E umas partes da música um pouco cortada (editada). Foi rock mesmo.

Como pensei aquela noite na praia ai no Brasil, alguns anos atrás.

Vou contar mais uma outra vez.

Sorte grande (Poeira)
Good Luck (Chimaera)
A minha sorte grande
It was a stroke good luck
Foi você cair do céu
Found outside my garage
Minha paixão verdadeira
That someone left a blue, Chimera
Viver a emoção
As no one was around then
Ganhar teu coração
Not a single fellow
Pra ser feliz a vida inteira
Nothing much to really fear, ah?
É lindo teu sorriso
Had to get inside it
O brilho dos teus olhos
Smelling all that leather
Meu anjo querubim
And a little gasoline
O doce do meu beijo
Firing up that vee-eight
Calor dos meus braços
Rumblin loud at idle
Perfume de jasmim
What a marvelous machine
Chegou no meu espaço
I took of feeling happy
Mandando no pedaço
Revving up the gears
Com amor que não é brincadeira
Good I didn't take that beer – ah
Pegou, me deu um laço
With a grin in my face
Dançou bem no compasso
Building up a good pace, in this
De prazer levantou poeira
Star mist blue, Chimera
Poeira, poeira, poeira
Chimera, Chimera, Chimera
Levantou poeira
Star mist blue Chimera
Uma parte da música está aqui.
HJ

A foto abaixo está na capa do jornal O Globo de hoje. Taipei, em Taiwan, tem 8,8 milhões de motos nas ruas.

E eu reclamo dos motoboys de São Paulo...
Desculpem-me, pois acho que a grande maioria por aqui gostaria que o assunto fosse relacionado ao Plymouth Duster. Mas não é!
É que hoje foram divulgadas fotos do novo Dacia Duster a ser produzido na Romênia e vendido em vários países do Leste Europeu, Oriente Médio e África em 2010. O "jipinho" é muito simpático e será lançado por aqui com a marca Renault em 2011.
Trata-se do sexto modelo da plataforma de baixo custo da Renault, a X90, que tem o Logan como principal modelo. Além do Logan sedã existem o Logan MCV, o Logan van, o Logan picape, e o Sandero que juntos venderam pouco mais que 500.000 unidades em vários países em 2008 e devem fechar 2009 com um volume bem próximo disso.



Mas por que eu estou aqui falando desse carrinho? Porque eu gostei dele, por várias razões.

Primeiro, gosto da estratégia da Renault com essa plataforma. São carros de baixo custo (não confundam com baixo preço), de construção moderna e mais simples facilitando a manutenção e os gastos com reparações. Vários modelos derivados (embora não tenhamos todos aqui no Brasil) com uso comum de grande parte dos componentes. Enfim, carros duráveis para atender as necessidades mais básicas de transporte e segurança de alguns grupos de clientes.



Também gostei do Duster por ser o primeiro concorrente direto do EcoSport. Como pode demorarem tanto para seguir a trilha de sucesso de um carrinho bem "mais ou menos" como o Eco!? E o bom é que aparentemente a Renault fez um carro melhor, ao menos em espaço, pois o carro é maior que o Ecosport e tem um porta-malas também maior.



Outra razão é que acho esse formato de "jipinho" e carroceria exclusiva muito mais honesto que esses aventureiros adaptados como CrossFox, Linha Adventure, o próprio Sandero Stepway etc, que cobram muito por apliques e penduricalhos.



E por fim, gostei muito do desenho do Duster. À exceção da grade dianteira, a qual acredito que a Renault mudará para a versão brasileira, o desenho é bem equilibrado e lembar um pouco a Pathfinder, da Nissan, do mesmo grupo, especialmente a traseira e as barras no teto. Apesar da altura mais elevada, o desenho da carroceria dá a impressão de um carro mais baixo e com o centro de gravidade melhor localizado, mais baixo que o do EcoSport. As rodas e pneus de grande diâmetro também melhoram muito o visual.

Bem, em termos de mercado acho que será um sucesso. Dizem que o mercado é soberano e ele que dita as ações dos fabricantes. Mentira! Caso contrário outros fabricantes já teriam feito seus EcoSport fighters há muito tempo considerando a adoração que mulheres e jovens tem por jipinhos. Isso ocorre desde a época do Daihatsu Terios. Por isso acredito que o Duster seja um grande sucesso de vendas e fará a Ford melhorar muito o EcoSport.

O Duster romeno tem uma versão 4x4. No entanto, aqui nas nossas bandas não precisamos dessa versão. O "mercado" gosta de altura elevada dos bancos (o famoso commanding view), altura elevada do solo (para superar enchentes, como diz a dondoca na propaganda do Tucson), e o formato mais descolado da carroceria tipo "jipinho". Basta ver o total fracasso do EcoSport 4WD. Os jipinhos são interessantes para os fabricantes, que conseguem cobrar bem (o tal do premium) pela visão de comando, altura extra do solo e design descolado. O povo paga bem mais por isso, e fica feliz! Apesar de eu gostar do Duster, não estou disposto a pagar mais do que ele custa.



Como o povo é "Maria vai com as outras", se esse Duster fosse da Hyundai, venderia umas 5.000 unidades por mês a um preço similar ao da EcoSport. Como é Renault, talvez consiga atingir a marca de 3.000 unidades por mês dependendo do posicionamento de preços. Isso se tiver a garantia de 3 anos.
De qualquer jeito a família de entrada da Renault me parece um grande acerto.





Meu trabalho para a revista Tempo, da Sky TV, seria acompanhar um rali de carros antigos na região de Bariloche, Argentina, o 1000 Millas Sport. É um rali oficial da FIVA – Federação Internacional de Veículos Antigos – constituído de três etapas e seria realizado entre 19 e 21 de novembro deste ano. Bárbaro!
Há tempos que eu queria fazer isso e a revista topou. Eu precisaria de um carro pra seguir o rali e pedi um à Toyota, que pronta e gentilmente colocou um Corolla à nossa disposição em Buenos Aires. Fiquei contente e torci para que fosse um com câmbio manual, já que eu pegaria boas estradas e teria que mandar a lenha para acompanhar carros esporte e se possível passá-los para os fotografar. Pra isso o câmbio manual é melhor.
Voamos, minha mulher e eu, para Buenos Aires e, no dia seguinte, fomos à agência da Toyota da Calle Libertador onde a Ximena simpaticamente nos recebeu e logo nos trouxe um Corolla de câmbio... manual! Uêba! Eu estava com sorte.
Dali pegamos a Ruta 5 e lenha para Santa Rosa, a capital da Província de La Pampa, distante 605 km de Buenos Aires. Tudo plano e retas longas, pista simples, pouco movimento, sendo que a maioria era caminhões, mas todos guiando muito bem e sem aprontar burrices. E nada de buracos. Na verdade, não vi um raio de um buraco nos 5 mil km que rodamos na Argentina. Creio que eles são provocados por meteoros e esses meteoros cismam de despencar no Brasil, vai saber, ou vai ver que buraco é sinal de progresso, já que dizem que o Brasil está economicamente melhor que a Argentina, apesar de eu achar que os hermanos chiam bastante mas vivem melhor que nosostros.
Não há radares na estrada, a não ser quando ela cruza alguma pequena cidade, algum pueblo, daí que é todo mundo que tem carro novo mandando a lenha, acima de 140 ou 150 km/h, sem problemas, sem acidentes, sem drama algum. Logo percebi que ATENÇÃO: eles dão um tremendo sinal de seta errado. Veja: numa pista simples, se um caminhão mais lento à sua frente der sinal de seta à esquerda, que aqui no Basil é sinal para você ficar na sua e não ultrapassá-lo porque vem gente no sentido contrário, pra eles é sinal para você passar!!! E o inverso ocorre quando for sinal para você não passar, ou seja, se ele der sinal com a seta da direita, não o passe, porque vem vindo gente do lado de lá. CUIDADO, portanto. Talvez essa mania tenha a ver com o fato de lá, antes da 2a Guerra, a mão das vias ter sido à inglesa, vai saber...
Só sei que é assim e é melhor não discutir, assim como é melhor deixar eles falarem que o Maradona foi melhor que o Pelé. Eu deixo eles falarem isso, mas em seguida pergunto quem foi esse tal de Maradona que eu nunca tinha ouvido falar. Aí eles ficam lascados e eu saio por cima. Acho errado o jeito deles, pois os caminhões, e mesmo você, acabam não dando sinal quando vão frear para entrar num posto de gasolina, por exemplo, pois poderiam estar avisando para não o ultrapassarem e aí bagunça tudo. De qualquer jeito, fique esperto se for guiar por ali.
Lá esse lance é ao contrário e boa. O melhor é não dar bola para esses sinais e nem usar o pisca-pisca. Logo me surpreendi com a pouca sede do Corolla, pois eu rodava acima de 150 km/h o tempo todo e com ar-condicionado ligado e o consumo ia por volta de 11 km/l, quando aqui no Brasil com essa nossa gasolina batizada de álcool ele não rodaria mais que 9 km/l. Fiquei encafifado, pois se isso for a realidade, quase todo o álcool (25%) que é adicionado à nossa gasolina é jogado fora. Um crime. Um crime de lesa-pátria. Vou checar isso e isso não vai ficar assim não. E tem outra, lá a gasolina custa o equivalente a R$ 1,35 o litro, apesar de eles importarem petróleo e aqui sobra gasolina de montão e a exportamos a uns R$ 0,60 o litro.
Outro crime de lesa-pátria. Mas vai ver que brasileiro é rico pra caramba e podemos arcar com esse besteirol de nossos governantes. Parece que os nossos governantes gostam demasiadamente de álcool. Aqui, na certa o preço da gasolina não abaixa para não quebrar o álcool, e nós, trouxas, pagamos por essa asneira. Mais alguns preços: metrô a R$ 0,55 e trem suburbano também. Pedágio, pouquíssimos, variando de R$ 0,50 a R$ 2,00. Táxi a um terço dos daqui, pelo menos, daí que há muitos táxis e muitos com passageiro, já que os usam mais. Ligações telefônicas a um quinto do custo das daqui.
Me senti explorado no meu próprio país, além de mais irado ainda quando vejo o povo daqui pagando um transporte público 5 vezes mais caro, além de pior. Todos os ônibus de Buenos Aires têm câmbio automático. Isso cansa muito menos o motorista e ele acaba dirigindo melhor, além do que esse câmbio dá menos tranco para os passageiros que vão em pé, principalmente as velhinhas, que ao subirem num buzum já colocam a dentadura na bolsa com medo dela sair voando pela janela. Já falei isso pessoalmente para nosso prefeito Kassab, mas ele, muito politicamente disse que mandaria ver se há um estudo a respeito. Na certa não há estudo algum, porque essa turma não está nem aí e eles têm mais o que fazer, ou seja, têm que, entre os cafezinhos, se divertirem bolando novos jeitos de nos arrancarem o couro.
O Corolla foi é muito bem. Só não gostei da direção excessivamente leve e rápida, além do pedal de freio excessivamente abrupto, sem progressividade, daí que esses três fatores nos deixam sempre de sobreaviso e nos cansam um pouco. Falta modulação nesses comandos e não aceito virem me dizer que eu, a Porsche, a Ferrari e a Alfa Romeo é que estamos errados.
O motor de 1,8 litro é elástico e bom de giro, cortando a 6 mil rpm, e é incrivelmente silencioso e suave. Bom, bom e bom. Suspensão excelente, macia e firme, e lá ele é um pouco mais baixo que aqui, já que não há a buraqueira daqui e só uma ou outra discreta lombada (nunca no meio de uma estrada, como há aqui, ótimas para provocar acidentes). Notei certa tendência dele em sofrer rear-lift quando acima dos 160 km/h. Veja, cruzamos um deserto que não é deserto, mas sim tundra, plano feito o pensamento de uma loira, onde uma reta tinha lá bem uns 200 ou 300 km. Retão de amarrar o volante com uma corda, feito navio antigo, e tirar uma soneca. Nessa reta cruzamos com uns 20 veículos, no máximo. A polícia local coloca uns carros amarfanhados em cima de tocos pro motorista medrar e ficar alerta, além de várias placas avisando: “Olhe, fique esperto, não durma, se tiver sono encoste e cochile”, etc, porque quem tem sono ao volante, o que não é o meu caso, dorme facinho.
Essas placas, assim como todas as outras, estão cravejadas de tiros. No Havaí colocam alvos abaixo das placas, já que não tem jeito e o chumbo voa. Daí que 160 km/h é normal numa estrada dessa. Minha mulher, que é bem calminha, quando tocava ia a 140 km/h e volta e meia dava bobeira e ia para os 150 km/h, e tudo bem. Nada de loucura. A 5ª marcha do Corolla achei um pouco curta para estrada, mas ela está certa, pois ela a 6.000 rpm atinge 190 ou 200 km/h, o que está mais do que bom para um sedã familiar de 4 cilindros.
Bancos bons e confortáveis, de boa ergonomia. Chegávamos de longas viagens sem quebradeira. No dia seguinte saímos de Santa Rosa, passamos por esse deserto tundra da tal reta infinita e passamos por Neuquén, capital da Província de mesmo nome, onde almoçamos feito dois jagunços chegados da refrega e depois de barrigas estufadas tocamos até Bariloche, e isso deu 990 km. Faltou 10 km pra inteirar os mil. Resumindo, foram 600 km num dia e 1.000 km no outro. Moleza pro Corolla, mesmo com um tremendo vento lateral que pegamos em metade da segunda estirada, um vento que calculo em uns 40 ou 50 km/h, um vento frio que corria dos Andes para o deserto, devido, calculo eu, ao ar que esquentava no deserto e subia, e nessas vinha o ar frio da cordilheira pra tomar o seu lugar – e nós de Corolla no meio dessa transumância toda de ar.
E tomem cuidado também com os “dinossáurios”, em especial com o argentinossáurio, que, segundo os argentinos, foi o maior dinossáurio que já viveu na face da Terra. Lá eles têm o maior anão do mundo também, que tem 2,10 metros de altura, mas uns 300 km antes de chegarmos a Bariloche vimos lá uma placona comida por uma enorme dentada de dinossauro e, apesar dos arrepios de temor da Vera, eu estava meio esquentado e parei o carro e fui todo macho procurar o raio desse bicho. Vai aí o filme do rolo que deu. Escapamos do bicho e seguimos a Bariloche. A uns 100 km de Bariloche a estrada entra por uma garganta e se espreme ao lado de um rio maravilhoso cor verde esmeralda, de águas límpidas e transparentes a ponto de vermos pedras e tocos lá no fundo; água gelada de doer.
O Sol já ia se pondo e os contrastes entre sombra e luz foram ficando cada vez mais marcantes e as silhuetas mais definidas. Álamos eretos formam cercas-vivas protegendo pequenos sítios estabelecidos nos baixios férteis da beira-rio. Gado gordo e cavalos de sangue Crioulo grossos feito troncos e, por já estarem no verão, seus pêlos ruços de inverno já haviam caído e sua nova pelagem viçosa brilhava de saúde. Cachorros peludos de monte. Todos soltos e felizes, muitos na caçamba das caminhonetes tomando vento na cara, inseparáveis de seus donos. Molecada de rosto corado e olhar vivo, curioso, roupas sujas o bastante para encantadoramente evidenciar a sua alegria e saúde.
Em Bariloche ficamos no Hotel Casita Suiza, um pequeno hotel e restaurante a três quadras do Centro Cívico, o centrinho da cidade, e que eu já havia ficado uns trinta anos atrás e que continua o mesmo bom e aconchegante hotelzinho com ótimo restaurante. Pagamos 95 reais, o casal, por noite, e o jantar para dois saía por uns 40 reais, e notem que o restaurante era gourmet. Barato, não?
O rali foi espetacular, 138 carros antigos, desde Bugatti tipo 37 original a Ferrari Daytona, mas, infelizmente, porém, justamente, a revista Tempo, da Sky, tem a exclusividade dessa matéria e não posso adiantar o assunto. Só sei que ainda não oficialmente passei a representar aqui o rali 1000 Millas Sport e tenho dicas para que a participação tenha custos mais reduzidos e creio que ano que vem monto uma barca de brasileiros autoentusiastas pra lá e quero ver quem é que tem peito que nem eu de encarar aquele dinossáurio ali.
Ah! Não sei quantos cv tem o Corolla, mas sei que anda muito bem e quem fala que anda pouco é porque não sabe guiar. Não sei quantos kgfm de torque ele tem, nem em que faixa está, mas sei que é muito elástico. O carro viajou meio vazio, leve, daí coloquei 30 libras de pressão na frente e 28 atrás, e assim ficou porque ficou bom, já que ele curvava direitinho, quase escorregando com as quatro, com pouca tendência de sair de frente, gostoso de curva. Um ótimo carro, pois, acima de tudo nos inspirou muita confiança e nos deu muito conforto, mesmo enfrentando temperaturas com extremos de frio e calor, além de vento e poeira. E gastou pouca gasolina.

Nossos sinceros agradecimentos à Toyota.