Nos concursos e exposições de carros antigos, o principal apelo do automóvel sempre foi sua apresentação. Quanto mais impecável for o carro, mais bem visto ele será. É neste quesito que a restauração faz valer seu elevado custo, com a busca incansável por peças para substituição, a dificuldade de acertar na cor da pintura, o detalhe de costura dos tecidos e a correta posição dos emblemas de carroceria, entre outros pontos que valorizam o veículo.
Mas muitos dizem que uma boa parte das restaurações são exageradas e alguns carros antigos estão "bons demais". Na Peregrinação do mês passado vimos ótimos exemplos de carros restaurados ao melhor que se pode chegar de detalhamento, carros realmente impecáveis.
Eu não tenho nada contra carros que passaram por tal restauração, muito pelo contrário, acho sensacional ver um carro tão bonito e tão bem cuidado, maravilhosamente bem feitos, ou over-restored como dizem por ai quando estão "bons demais". Mas alguns carros expostos em Pebble Beach nos fazem pensar um pouco.
Há uma categoria chamada Preservation Class, ou Classe de Preservação, que recebe os carros que não foram restaurados e são o que chamam de testemunha de época. São carros que "viveram" o passado e estão com marcas dele espalhadas por todo lado. Não são carros velhos mal cuidados, como podem pensar, pois estão bem cuidados, apenas estão "gastos" pelo tempo. E geralmente os modelos que aparecem neste tipo de evento são carro raros.
Eles nos fazem pensar por o que já passaram, o que já "presenciaram" e quantas vidas não marcaram ao longo dos anos. Estes carros passam uma sensação estranha, difícil de descrever, mas algo parecido como se o carro pudesse falar e nos contar como foram suas experiências, como as histórias que ouvimos de nossos antepassados, pois eles estavam lá, viveram suas vidas e estão aqui para nos contar. É difícil não imaginar os acontecimentos pelos quais esses carros passaram, desde sua fabricação, pois em muitos casos, grande parte das peças e mesmo a pintura, são originais de fábrica. Os carros de corrida então não há o que não imaginar, pois eles estavam lá, correndo e as vezes, vencendo.
Novamente, não acho errado os carros ditos over-restored, mas devemos respeito às testemunhas de épocas. E testemunhas como essas não são apenas carros velhos, que fique bem claro.
Mas muitos dizem que uma boa parte das restaurações são exageradas e alguns carros antigos estão "bons demais". Na Peregrinação do mês passado vimos ótimos exemplos de carros restaurados ao melhor que se pode chegar de detalhamento, carros realmente impecáveis.
Eu não tenho nada contra carros que passaram por tal restauração, muito pelo contrário, acho sensacional ver um carro tão bonito e tão bem cuidado, maravilhosamente bem feitos, ou over-restored como dizem por ai quando estão "bons demais". Mas alguns carros expostos em Pebble Beach nos fazem pensar um pouco.
Há uma categoria chamada Preservation Class, ou Classe de Preservação, que recebe os carros que não foram restaurados e são o que chamam de testemunha de época. São carros que "viveram" o passado e estão com marcas dele espalhadas por todo lado. Não são carros velhos mal cuidados, como podem pensar, pois estão bem cuidados, apenas estão "gastos" pelo tempo. E geralmente os modelos que aparecem neste tipo de evento são carro raros.
Eles nos fazem pensar por o que já passaram, o que já "presenciaram" e quantas vidas não marcaram ao longo dos anos. Estes carros passam uma sensação estranha, difícil de descrever, mas algo parecido como se o carro pudesse falar e nos contar como foram suas experiências, como as histórias que ouvimos de nossos antepassados, pois eles estavam lá, viveram suas vidas e estão aqui para nos contar. É difícil não imaginar os acontecimentos pelos quais esses carros passaram, desde sua fabricação, pois em muitos casos, grande parte das peças e mesmo a pintura, são originais de fábrica. Os carros de corrida então não há o que não imaginar, pois eles estavam lá, correndo e as vezes, vencendo.
Novamente, não acho errado os carros ditos over-restored, mas devemos respeito às testemunhas de épocas. E testemunhas como essas não são apenas carros velhos, que fique bem claro.








A segunda tem dois bancos individuais atrás dos dianteiros, em um nível de assoalho mais alto. Por fim, na terceira, mais alta ainda, um banco onde mais dois passageiros podem sentar mais próximos um do outro. E ainda um porta-malas atrás de tudo isso, em que se pode subir por um degrau que surge ao se dobrar para baixo a parte central do para-choque traseiro. 
Algumas dimensões explicam bastante coisa, e complementam o que podemos ver nas fotos.