google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

De vez em quando eles voltam a aparecer como assombrações benéficas. Há umas 3 semanas, no mesmo dia, vi dois deles, sendo um branco, e perfeito.
Agora, depois de vários dias sem nem mesmo lembrar desse carro que me atormenta, aparece essa foto, mostrando que também na terra essa beleza magistral já fez suas estrepolias, sem sucesso digno de nota.
Mas que ele é belo, disso eu não duvido.

JJ
Sexta-feira fui conhecer a LAN montada pelo pessoal da GPLBR no Hotel Novo Mundo, no Rio. A GPLBR é uma liga de pilotos virtuais que correm regularmente on-line usando o simulador rFactor (http://www.rfactor.net/), um dos preferidos pelo pessoal, pois permite usar modificações feitas por terceiros, ou seja, novas pistas, novos carros.


Aproveitando o feriado, reservaram um salão no hotel e montaram a LAN, em comemoração ao 11° aniversário da liga. Veio gente de tudo quanto é canto do Brasil, e até do exterior. Uma profusão de telas de LCD dos mais diversos tamanhos, vários bancos concha montados em cockpits especialmente fabricados para corridas em simuladores, volantes e pedais das mais diversas marcas, acho que todos com 'force feedback', que transmite ao piloto parte do que acontece na pista. Sentei no cockpit do Lotfi (que tive o prazer de conhecer momentos antes, num almoço com o pessoal) para experimentar. O dele é o que aparece na foto com 3 telas, que dá um campo visual sensacional.


Ouço de muitos entusiastas que simulador não tem graça porque a gente não sente as forças atuando. É uma meia verdade, nada como sentir a aceleração em um carro forte, as curvas, a freiada. Mas acreditem, é uma diversão e tanto. O grau de realismo é grande, as velocidades em curvas, o jeito que o carro desgarra, tudo muito parecido com a vida real. Junte a possibilidade de mexer em vários acertos do carro (ou seja, podemos brincar de mecânico também) e o recurso de jogar conectado pela internet e o circo está armado. Já participei de algumas corridas usando outro simulador e me diverti bastante, agora não vejo a hora de instalar o tal simulador e começar a correr com o pessoal. Eles mantém um servidor para corridas, e, segundo amigos, praticamente todo dia à noite tem gente disposta a um pega.



O canal Speed está transmitindo a 24 Horas de Le Mans, em trechos de cerca de 2 horas, intercalados por outros programas.
Depois de assistir bastante, me ocorreu de pensar nos motivos que fazem as equipes e fabricantes escolherem cockpit aberto ou fechado para seus carros. As vantagem de cada um são:
- intempéries. O fechado será sempre mais confortável.
- aerodinâmica. O aberto deve ter, de forma geral, uma maior turbulência na região do capacete do piloto. O fechado direciona melhor o ar para o aerofólio traseiro.
- visibilidade. O aberto é superior, lógico. Mas na condição de sol de frente atrapalha bastante.
- troca de pilotos. O aberto torna o trabalho mais simples. Mas isso não se trata de vantagem de tempo de parada, pois o abastecimento, troca de pneus, limpeza de vidro, faróis e dos números de inscrição são bem demorados, o que dá bastante tempo para afivelar os cintos, e trocar o banco no caso de pilotos de estatura e compleição física diferentes.
- acessibilidade a alguns sistemas dentro do cockpit. O aberto leva vantagem, desde que os pontos a serem verificados esterjam próximos das bordas do cockpit. No fechado, o mecânico precisa fazer a pose de cobra mergulhadora e esticar os braços para dentro.
- estilo. Pessoalmente, prefiro os fechados. Carro sem capota, nas pistas, só fórmula.
JJ

Quem disse que milagres não acontecem? Pois hoje vi um.

Fui de casa, em Moema, à Lapa (para um gostoso bate-papo de sábado no Club do MG), parando em semáforo só uma vez. Não pense que foi devido ao tráfego reduzido devido ao feriado perto de fim de semana, não foi isso.

Era facilmente perceptível como os sinais estavam sincronizados. E não apenas nos trechos retos. Por exemplo, ao sair de uma transversal da Av. Brasil e dobrar à esquerda nela, o sinal do próximo cruzamento estava verde. Sempre, há anos, encontrava este sinal fechado.

O mesmo aqui no reticulado de Moema sempre foi o padrão pegar uma rua e o próximo sinal estar fechado; agora, não.

É mais do que evidente que, fora o volume de carros aqui na capital (e em outras cidades brasileiras), as administrações não dão a devida atenção a trânsito. Falta software, como alguns poucos especialistas têm dito.

Pelo menos, pelo que presenciei hoje, alguma coisa mudou. Vamos torcer para que continue.

BS