google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foto memimage.cardomain.com


Na foto, um painel de controle de ajuste elétrico dos bancos onde se vê os números 1 e 2: são as duas memórias de posição, equipamento que parece exagero mas que é dos mais úteis. Há até carros com três memórias.

É chato sentarmo-nos ao volante do carro que dirigimos habitualmente e perceber que o ajuste do banco foi alterado. Com as memórias, temos a "nossa posição" e basta apertar o número correspondente que tudo volta a ser como era, para o nosso jeito.

Os sistemas de memória dos bancos costumam incluir até o ajuste dos espelhos interno e externos, nada mais conveniente.

Esse assunto de banco é tão importante na minha ótica que, quando eu era sócio de uma concessionária VW no Rio de Janeiro, os recepcionistas e o pessoal da oficina eram instruídos a nunca mexer na posição do banco do motorista, a menos que fosse impossível dirigir ou apenas manobrar o carro com segurança. Se tivesse que mexer no banco, anotar quantos dentes do trilho foram usados no ajuste, para voltar à distância de quando o carro chegou. Se houvesse ajuste do encosto, esse nunca deveria ser alterado.

Por falar em bancos e memórias, o leitor já notou que ao pegar o carro de manhã o espelho interno está baixo, precisando ser ajustado? E que ao voltar a utilizar o veículo no fim do dia o espelho está alto? Isso ocorre porque ao dormirmos a coluna vertebral estica, e ao longo do dia ela vai encolhendo. É incrível como dá diferença.

Com a eletrônica de bordo no nível em que está, bem que alguma fábrica podia introduzir uma compensação automática em função da hora do dia. Seria uma providência bem-vinda.

BS

Quem gosta de café sabe que um dos bons prazeres de saborear essa bebida é fazê-lo acompanhado de algo que gostemos muito, como carros, por exemplo.
Unindo automóveis e café, surgiu a empresa de Joe Bank, o camarada que aparece de gorro na foto abaixo, como ele mesmo diz " tentando explicar aos amigos que o café de nossa empresa não aumenta a octanagem da gasolina".


A Redline coffee é uma empresa americana, e patrocina a Flying Lizard Motorsports, equipe da American Le Mans Series, que correrá este ano na 24 Horas de Le Mans, com Porsche GT3 RSR.

Os tipos de café comercializados têm nomes bem automotivos:

Rallye, Apex, Downshift (descafeinado), Open Throttle e Double Clutch.
Mais uma novidade desse atrativo mundo automotivo.
Agora, alguém se lembra que a equipe Copersucar já chegou a ter patrocínio também do Café do Brasil, empresa estatal do tempo dos governos militares? Ou estarei enganado? Alguém tem alguma foto ?

JJ


No dia 28 de junho teremos mais uma edição do Oktane Track Day.

Excelente oportunidade de acelerar seu carro de rua em um ambiente absolutamente seguro e controlado.

Mais informações no site oficial
foto www.infoesp.net

Um dos grandes mistérios para mim é por que, quando chove, o trânsito piora ou engarrafa, como na foto acima. Lembrei do tema por estar agora em Guarujá para a apresentação da linha Volkswagen 2010 e uma frente fria trouxe uma chuva típica de inverno, de pouca intensidade mas constante e que por isso mesmo não causa alagamentos (escrevo este post da sala de imprensa que os fabricantes sempre providenciam nessas ocasiões).
Para entender melhor, nosso trânsito não é dos mais rápidos, seja pelos limites geralmente baixos, seja pela boa parte dos motoristas que costuma trafegar abaixo do limite, a quem chamo de "trombos viários". Já vi muito carro a 60 km/h numa via de trânsito rápido de 90 km/h de limite, com piso seco, sem motivo aparente.
Desde que não haja alagamento na pista, não há razão para a coluna de tráfego diminuir velocidade, pelas condições apontadas. Ao contrário de, por exemplo, se começasse a nevar ou se a temperatura caísse para abaixo de 5 °C com piso molhado, formando-se gelo, o que não é o nosso caso.
Qual a causa, então, dos engarrafamentos associados a chuva? Despreparo do motorista. Nada mais do que isso. A maioria não recebeu treinamento de como dirigir no molhado e tem medo de derrapar. Diminui, e bastante, a (já baixa) velocidade por conta disso. Começam a aparecer os trombos aqui e ali e os resultados todos conhecemos.
Não é preciso dirigir mais lentamente que o normal, sendo bastante manter o ritmo de sempre sob chuva leve. Mas com um carro "filmado" pode ficar difícil guiar na chuva, tanto pela menor luminosidade mesmo de dia, quanto pelas gotículas d'água nas superfícies transparentes escurecidas, que sempre atrapalham.
Uma coisa é certa: chuva fina por si só não pode ser causa de engarrafamentos
BS