Voltava hoje de moto para casa, quando parei em um sinal e fui abordado por uma moça numa Honda Biz, que me perguntou como chegar a uma praça próxima. Estávamos numa avenida onde um riacho separa as pistas de sentidos contrários. Falei para ela que pegasse a pista do outro lado, e estávamos justamente num ponto onde havia como passar para o outro lado, só que era contramão. A manobra era perfeitamente possível naquele momento, já que não vinha carro nenhum, mas ela me perguntou onde era o retorno. Disse que era bem mais à frente, o sinal abriu, lá foi ela com sua moto entre os carros, eu atrás, já que iria mesmo pra aqueles lados.No primeiro cruzamento que dava mão para ela passar para o outro lado, ela não teve dúvida, entrou e fez o retorno. Só que ali, bem visíveis, tinham duas placas penduradas, proibindo virar à esqueda e/ou fazer o retorno. Fiquei pensando, será que ela desrespeitou as placas convicta do que fazia? Então porque ela não fez o retorno lá atrás, onde estava fácil de fazer?
No caso da tal motociclista, penso que seja um caso de analfabetismo funcional. Se ela vê as letras P-A-R-E, ela lê pare. Mas muitas vezes não processa e não para, ainda que uma placa PARE não contenha uma frase completa. Olha as placas com símbolos mundialmente conhecidos, mas processa como se fosse um simples desenho. É amplamente divulgado que o analfabetismo funcional é um problema real de nosso país, muita gente lê, mas não entende o que lê. Atualmente, boa parte dos compradores de motos até 150 cm³ tem baixa escolaridade, e provavelmente tem dificuldade em processar as informações que recebem o tempo todo do trânsito em sua volta. No meu entendimento, é a única explicação para um motociclista passar sem parar em um cruzamento onde a via transversal à sua é a preferencial e na via em que ele trafega uma placa PARE está colocada logo antes do cruzamento.
Ou será que é somente uma perigosa mistura de desrespeito às leis de trânsito com absoluta falta de noção do perigo?

maio 27, 2009
Em uma semana decisiva para o futuro da General Motors Corporation, algumas fotos daquele que é o maior símbolo dos bons tempos dessa empresa, traduzido para os dias atuais, o Camaro.
Essa versão se chama apenas Black, e foi apresentada no NAIAS (North American International Auto Show) de 2009, ou simplesmente Salão de Detroit, em janeiro.
Os Autoentusiastas torcem para que o destino da GM não seja negro como esse estupendo automóvel.
Boa sorte!
JJ

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maio 27, 2009

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