google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
No último final de semana realizou-se a prova 24 Horas de Nürburgring. A corrida, vencida pelos Porsches GT3 RSR da equipe Manthey , talvez seja a última grande prova romântica do mundo.
Na edição desse ano havia 4 Audis R8 LMS oficiais da fábrica, um sem-número de Porsches GT3 RSR de última geração, cinco equipes oficiais Volkswagen a bordo do novo Scirocco, além dos cinco Aston Martin Vantage em sua versão preparada exclusivamente para essa prova, batizado de Vantage N24.

Até aí tudo igual a qualquer prova importante do mundo. Acontece que na 24 Horas de Nürburgring tem muito mais coisa legal do que os últimos lançamentos da indústria. Exemplares de carros fundamentais na história do automobilismo mundial, como o Mercedes 190 2.5 Evo e o Opel Manta participaram da prova desse ano! Carros com 20 anos de história nas costas dividindo curva com carros oficiais de fábrica ultramodernos.

O Mercedes terminou a prova em 60º lugar, com 124 voltas, ficando a 31 voltas do líder e a frente de alguns carros de fábrica. O Opel abandonou a prova.


Foi a bordo de um Mercedes bastante parecido com esse (uma versão 2,3-litros) que Ayrton Senna, então um novato na Fórmula 1, ganhou a prova promocional da inauguração do traçado moderno do autódromo de Nürburgring. Desbancando todos os pilotos de ponta de Fórmula 1 da época e antecipando o embate com Prost que seria tão frequente em sua carreira. Isso foi no ano de 1984. Bom demais saber que esses carros, que povoaram os sonhos de quem tem um pouco mais de 30 anos, ainda dão um bom caldo.

As fotos são da corrida desse ano.

Essa carroceria não tivemos aqui. Dart sedã 2-portas. Amo o visual desse carro, portas com colunas, claustrofóbico, sério, não-esportivo. Diferente, bem diferente dos nossos cupês, tão elegantes e simpáticos com os vidros abaixados e sem colunas nas laterais ou quadros nas portas. Achei essas fotos em um site de Darts dedicado exclusivamente a preparação mecânica. Espero terminar o meu em um futuro próximo.

A parte mais grosseira do serviço, fiz em casa, aproveitando um sedã 70 que recebi como parte de pagamento de peças e bagunçado demais para ser restaurado ao original. E como já tenho outro sedã 4-portas, 78 e por acaso com um motor 383 bloco grande, achei que poderia fazer um sedã 2-portas nele. Ainda mais tendo em vista que tinha as peças necessárias para tal na garagem, e de quebra ainda arrumar um usuário para outro motor bloco grande que tenho aqui sobrando. Me pareceu a coisa certa e sensata a fazer.

Essa foi a última foto dele antes de ir para a oficina de pintura para término do serviço de funilaria e para a mudança de cor. Espero que ele volte como o Dart abaixo, também sedã 2- portas, pintado na clássica cor plum crazy, original do final dos anos 60. Coincidentemente exatamente igual ao azul Lorrain usado pela GM do Brasil no ano de 1997 em carros de passeio.

Eu evito o máximo que posso, passo o mais longe possível, mas as vezes eu me rendo e vou bisbilhotar peças usadas no Ebay Motors. Como eu gosto de carro velho, nada melhor que peças velhas, ou para parecer mais bacana e sofisticado, vintage parts, para adornar meus antiguinhos. Abaixo o resultado da última investida.
As tampas de válvulas Mickey Thompson de alumínio aletadas bem como suas gêmeas com marca Holley são impossíveis de resistir. Admissões antigas, de marcas obsoletas podem até nem ser tão boas ou eficinetes quanto as mais modernas, but how cool can it get? Você abre o capô de um carro 1968 e vê peças da mesma época dele novo.


Os dois coletores são um para o meu Chevelle 67, que vai ser montado carburado, e o outro é para me ajudar a realizar um sonho antigo, montar um Maverick com motor 351C.



Gasolina, álcool, flex, GNV, híbridos, elétricos... A discussão sobre as diversas fontes de energia nos automóveis é um assunto bastante aquecido, porém está vivo não é de hoje.

Há 65 anos, o mundo achava-se dividido e em choque sob uma guerra de alcance global. Petróleo era a fonte de energia que impulsionava as então modernas máquinas de combate na terra, no mar e no ar. Logo, as reservas deste precioso mineral eram alvo estratégico para ambos os lados, restando muito pouco para o resto do mundo.

Nesta época, o Brasil se achava sob uma situação difícil. Afastado das principais fontes, o país contava com poucos petroleiros que se arriscavam a atravessar a barreira dos furtivos submarinos alemães.