google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


E a temporada esquenta






Stefano Domenicali pediu demissão da Ferrari (Foto Ferrari Media)

Demissões, debates e jeitinhos marcam início da semana. Da F-1 ao antigomobilismo brasileiro o cenário é de movimentação incomum e envolve pilotos, dirigentes e pesquisas

 Ontem, hoje e amanhã

Não é de ontem que Stefano Domenicali comentava abertamente sua concordância em ceder o posto de diretor esportivo da Ferrari em prol do bem da Scuderia. Ontem essa possibilidade foi promovida a fato consumado, diga-se de passagem imediatamente aceito por Luca Di Montezemolo. No mesmo dia o todo-poderoso capo dei capi no Reino do Cavalo Empinado anunciou Marco Mattiacci como seu substituto, sinal que a mudança já estava alinhavada há algum tempo.


Marco Mattiacci, novo chefe da Scuderia (Foto Ferrari Media)
A Bosch está procurando seis jovens ao redor do mundo para participarem do Bosch World Experience. A empresa irá enviar os selecionados para uma viagem de 16 dias ao redor do mundo, com o objetivo de visitarem projetos os quais a Bosch está envolvida. Os destinos incluem visitas a Londres, cidade do Panamá, São Francisco, Xangai e Cingapura. Os interessados poderão se inscrever entre os dias 7 de abril e 16 de maio de 2014 pelo site www.experience-bosch.com.br

Desde que a Bosch foi fundada, há mais de 125 anos, a "Oficina de Precisão Mecânica e Engenharia Elétrica", como era chamada inicialmente, se tornou um dos maiores fornecedores globais de tecnologias e serviços. Hoje, a empresa oferece uma ampla linha de produtos e serviços nas áreas de tecnologia automobilística, tecnologia industrial, bens de consumo, energia e tecnologia predial. No entanto, muitas pessoas ainda conhecem a Bosch apenas por suas ferramentas e velas de ignição. Com a iniciativa "Bosch é mais do que você imagina", seis pessoas viajarão por três continentes para descobrir como a Bosch deixa sua marca no mundo, por meio do desenvolvimento de "Tecnologia para a vida".
Fotos: autor (salvo indicado)

O Exterminador e sua Fatboy (foto: IMCDb.org)

Este é o terceiro post da Série Harley-Davidson na minha busca pela melhor Harley para se ter. Comecei pela base com a 883 no post Vibração boa, em que além de andar na moto pude entender o universo Harley-Davidson. Depois, mais recentemente tive a chance de conhecer bem o outro extremo, a V-Rod Muscle, e relacionar qualidade com aquilo que desejamos no post Saia de zona de conforto. Entre a 883 e a V-Rod está o ícone da marca, a Fat Boy, o modelo que eu mais tinha vontade de conhecer de perto.

É fato que a própria Harley como marca já é um ícone e o estilo próprio de suas motos é facilmente reconhecido. Eu confesso que tento estudar e entender a linha Harley, mas são tantas combinações de motor, quadro, suspensão dianteira e traseira e acabamentos, com tantos nomes e famílias, que decidi ir fixando isso aos poucos. A Fat Boy faz parte da família Softail juntamente com os modelos Softail Deluxe e Heritage Softail Classic, todas com o motor bicilíndrico em V Twin Cam 96B, de 1.585 cm³, arrefecido a ar com 12,1 m·kgf a 3.000 rpm (a Harley do Brasil não divulga a potência). Nessa família, esse motor tem árvore de balanceamento para diminuir a vibração. Na família Touring a variação desse motor, o Twin Cam 103 de 1.690 cm³, que tem uma coxinização entre motor e quadro, não tem o balanceador. Comparei as duas e a Touring vibra bem menos, ou vibra diferente. É mais confortável.
Lançado há quatro anos, o Duster, tanto sob marca Renault quanto Dacia, chegou à marca de 1 milhão de unidades produzidas. O milionésimo saiu da fábrica brasileira em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba. Hoje o Duster é comercializado em mais de 100 países e produzido em cinco fábricas no mundo. É o veículo mais vendido pela Renault mundialmente.

“O Duster é um grande sucesso mundial” diz Arnaud Deboeuf, diretor do segmento de veículos de entrada do Grupo Renault. “Sob a marca Renault, ele responde perfeitamente às expectativas de nossos clientes internacionais e contribui para o desenvolvimento da Renault nos mercados emergentes. Sob a marca Dacia, na Europa ou na Bacia do Mediterrâneo, o Duster conquistou novos clientes para a marca graças ao seu design e sua grande capacidade de superação, com um preço bastante acessível. O Duster é uma peça-chave na conquista de mercado.”
 
Sob a marca Renault, o Duster é um veículo mundial de conquista de mercado, e foi desenvolvido para responder às expectativas dos clientes da Renault em todo o mundo: adaptação para frio extremo na Rússia, motor flexível em combustível no Brasil, volante de direção à direita e design interno específico para a Índia.