google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
De kart na Índia, vindo dos Estados Unidos!

"Well, I escaped Flint at an early age, owned 50-percent interest in a Cragar flathead A-bone roadster at 12, ran at El Mirage at 15, had first automotive cartoons published in Rosetta Timing Association's program in 1948. Went to Art Center College, developed sense of humor working in World's Greatest Rolling Clown Show (GM Styling Section). Then worked as fry cook, mercenary, airline pilot, art director of R&T, farmer, Wall Street broker, poet. Drove a go kart around the world, became an Alpine guide, did freelance art work and smuggled. Helped found Automobili Cyclops SpA and hold position of propaganda minister in perpetuity. Now working philantropically to solve moral situations in Southern Mediterranian waters for the U.N."


Stan refuses to talk about his CIA work, arctic exploration or his stint as a human cannon ball."



Bem, eu escapei de Flint bem cedo, fui dono de metade de um roadster Ford A  com motor flathead Cragar aos 12 anos, corri em El Mirage com 15, tive meus primeiros cartoons automotivos publicados no programa de corridas de arrancada da Rosetta Timing Association em 1948. Fui para o Art Center College, desenvolvi senso de humor trabalhando no “World’s Greatest Rolling Clown Show” – O Maior Show Ambulante de Palhaços do Mundo (Departamento de Estilo da General Motors). Aí trabalhei como cozinheiro, mercenário, piloto de linha aérea, diretor de arte da Road & Track, fazendeiro, corretor em Wall Street, poeta. Dirigi um kart ao redor do mundo, me tornei guia Alpino, fiz trabalho de arte freelance, e contrabandeei. Ajudei a fundar a Automobili Cyclops SpA onde tenho a posição de ministro perpétuo da propaganda. Agora trabalhando filantropicamente para resolver situações morais nas águas do sul do mediterrâneo para as Nações Unidas”

“Stan se recusa a falar sobre seu trabalho na CIA, exploração ártica e passagem por circos como bala de canhão humana.”

Uma pessoa que define sua vida resumidamente assim não pode deixar de ter passagens interessantes para os autoentusiastas.
Foto:24horasnews.com.br
Plantação de cana-de-açúcar, matéria-prima para combustível dos nossos carros

Que os leitores me perdoem começar o domingo com más notícias, mas é preciso ver para onde estamos indo com tanta incompetência afetando o nosso dia-a-dia — em compensação, o post de hoje do Juvenal Jorge, ao meio-dia, será um daqueles memoráveis. Tenho certeza de que gostarão.

Como se já não bastasse a vergonha e inconveniência de a gasolina brasileira ser somente 3/4 gasolina e o resto, álcool, agora os "ispertos" dos usineiros, reunidos em torno da U.N.I.C.A., a União da Indústria da Cana de Açúcar, querem que ela passe a conter 27,5% desse combustível de espiriteira. Encaminharam pedido ao Ministério da Agricultura, que está "estudando" o pedido, a ser analisado em conjunto pelos ministérios da Agricultura, das Minas e Energia e da Fazenda. Ou seja, tudo indica que áreas importantes do governo se macomunarão com essa proposta nojenta e indecente, que parte do arrazoado de "equilibrar as perdas causadas pela seca que atrasou a safra da cana-de-açúcar e aumentou seu preço." Que sem-vergonhas! 

O ministro da Agricultura, Neri Geller (será ele filho ou parente do ilusionista dos anos 1960, Uri Geller, aquele que entortava garfos com a força do pensamento?) vem e diz, na maior cara de pau, que "a medida pode viabilizar a produção de cana-de-açúcar, além de ajudar o meio ambiente com maior geração (?) de energia limpa."

Fotos: divulgação




Desde o seu lançamento, em outubro de 2011, que eu não dirigia o Duster e, apesar de na ocasião ter andado em todas as versões por bons e expressivos trechos em estrada de asfalto e de terra, incluindo aí locais quase de off-road, faltava mesmo tê-lo por uns dias em nosso velho e bom teste no uso, pegando o dia a dia urbano e uma viagem de fim de semana. Como diria eu mesmo, carro pode ser como aquela mulher que você conhece numa viagem tropical e com ela tem lá um tórrido romance emoldurado por palmeiras ao vento e águas mornas e cristalinas, mas daí, quando você a traz para morar consigo ela se revela completamente inadequada, um incômodo insuportável.


Boa na terra e boa no asfalto


Esse não é o caso do Duster, pois o Tech Road II, apresentado no final do ano passado. Com motor de 2 litros e com câmbio automático, além de ter se mostrado bom de terra, um valente companheiro de quebra-mato, mostrou-se também muito adequado no terreno civilizado. Suspensão macia, motor silencioso, trocas de marcha suaves, espaçoso, banco traseiro confortável, sendo até possível que três adultos ali viagem, bom porta-malas (475 litros), bom som, bom ar-condicionado, em suma, fornece todas as comodidades que hoje se exige de veículos de valor médio.Seu preço público sugerido é R$ 67.050 e a garantia é de três anos ou 100.000 km, prevalecendo o que vencer primeiro.

O Duster Tech Road II traz também o sistema Media Nav, com tela tátil de 7 polegadas integrada ao painel. Com mostrador colorido e ícones grandes, os menus são de fácil identificação e configuração. Em poucos toques, se tem acesso a ferramentas úteis como rádio, Bluetooth e GPS. O equipamento ainda conta com o comando satélite na coluna de direção, que possibilita o motorista acesso as funções do Media Nav. É possível o motorista trocar de música, atender e terminar chamadas telefônicas e trocar estações do rádio sem tirar as mãos do volante.



Recentemente, a prefeitura de São Paulo decidiu dar prioridade total ao transporte público. Uma atitude, em um primeiro momento, simpática e benéfica a todos, pois se grande parte dos motoristas deixasse seus carros em casa e utilizasse o transporte público, o trânsito seria melhor para todos. Parece até desumano não defender uma idéia dessas. Afinal de contas, quem não quer uma cidade com um trânsito menos caótico? Pensando assim, a prefeitura de São Paulo resolveu "solucionar" o problema inundando a cidade com faixas exclusivas para ônibus, de forma a aumentar a sua velocidade e torná-los mais rápidos do que os automóveis. Esperava, assim, fazer com que o motorista paulistano desistisse de seu automóvel e passasse a usar o transporte coletivo para chegar mais rápido ao seu local de trabalho.

Porém, as coisas, como sempre, nunca são simples. Esta idéia funcionaria muito bem se São Paulo tivesse um transporte público sub-utilizado. Se os ônibus ou o metrô andassem vazios, com capacidade ociosa, enquanto automóveis se atravancam nas vias congestionadas, a saída não poderia ser mais óbvia. Só que este não é o caso de São Paulo.

O transporte público desta cidade já está saturado e não é de hoje. Eu gostaria de ver uma vez uma sandice como o “dia mundial sem carro” obtendo a colaboração de todos os motoristas de São Paulo. Eu queria ver as ruas vazias de automóveis por um dia. Mas as pessoas precisam trabalhar, o “dia mundial sem carro” não é feriado. Queria ver todos os motoristas de São Paulo procurando de uma vez só o transporte público, como deseja o prefeito. Queria ver como ficaria a situação dentro dos ônibus, trens e metrô. Se, já saturados, eles comportariam a demanda adicional dos motoristas enxotados das ruas.

Cabe mais alguém aqui dentro?