google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Adaptador OBD-II ELM327


Há algum tempo, tenho visto nos fóruns de carros tópicos falando de scanners automobilísticos acessíveis. Sempre gostei de injeção eletrônica, desde meu primeiro carro injetado, um Monza, em 1996.

Porém, aqui no Brasil, injeção eletrônica sempre foi rodeada de mistérios, principalmente pela relutância dos fabricantes em liberar informações sobre ela. Uma vez caiu na minha mão uma cópia de um manual "sigiloso" editado pela GM para as concessionárias com instruções de como reparar o sistema de injeção Multec 700, a injeção EFI monoponto dos Monza/Kadett de 1991 a 1996. Sim, manual de reparo de injeção era sigiloso!!! Como eu tinha um Monza 1993, devorei aquele manual e passei a entender muito de como funcionava a injeção do meu carro, algumas vezes até surpreendendo mecânicos que não tinham aquele conhecimento e se espantavam com o quanto eu conhecia sobre a injeção do Monza.

A injeção Multec 700 foi o primeiro sistema de controle de alimentação e ignição totalmente digital em um carro nacional. Antes dele, apenas havia a Bosch LE-Jetronic, que equipava o pioneiro Gol GTi, Santana Executivo e Monza Classic MPFI e era uma injeção que, apesar de também ser eletrônica, era analógica.




Monza EFI, o primeiro com injeção digital



Colin Bond, Tony Roberts e o Holden Monaro  GTS350 provavelmente nunca irão receber os merecidos créditos pelo que realizaram na prova "500 km de Bathurst", na Austrália, de 1969. Apesar de vencerem, aquela corrida teve muitas distrações sérias.

As imagens dessa vitória competem com as dos vários acidentes que ocorreram, e com uma Ford derrotada com muitos problemas de pneus, culpando o fabricante destes pelos contratempos.

Na verdade, a equipe de fábrica havia decido usar pneus que não haviam sido testados antes dessa corrida, e o famoso Murphy, o autor da lei das coisas que dão erradas, estava trabalhando nesse dia. Se poderia dar algo errado, daria.


Nestas últimas semanas, os principais assuntos dos noticiários são acidentes de carros. Como este assunto pode gerar polêmica, desde já digo que não estou defendendo ninguém e não vou nem falar em culpa, certo ou errado. Quem estava envolvido nos acidentes deve responder pelos seus erros, mas não é aqui que vai ser abordado o tema.

O que incomoda é como a mídia, sempre dona da verdade e manipuladora dos acontecimentos retrata os fatos para que gere maior repercussão e assim, maior audiência. Os três casos mais comentados foram o do Porsche com o Tucson, o do Land Rover que atropelou uma pessoa, e o Camaro que entrou na praça com o motorista bêbado.
Fotos: HotCampinas.com
Em um dos meus posts, citei o 5º Festival Brasileiro de Recordes, organizado pelo Auto Union DKW Club do Brasil e realizado em outubro de 2006, no Aeroporto de São José dos Campos. Fiz a cobertura do evento para a revista Oficina Mecânica, editada desde 1986 pela família Silveira (o "tio" Josias e seu filho Guilherme, o "Badu").

Chegando lá, havia um grande número de esportivos, de todas as escolas e nacionalidades: Ford Mustang, Audi RS2, De Tomaso Pantera, Mitsubishi 3000 GT, Porsche 993, Subaru Impreza WRX, BMW M3, Toyota Supra, BMW M5, Jaguar XJS Lister Le Mans, Nissan 300 ZX, entre outros. Mas o que mais me chamou a atenção foi um Opel Calibra vermelho.