google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foto e vídeo: autor
Repetindo, esse alemães são mesmo incríveis. O modelo da foto é um Audi A5 Sportback escala 1:43. A marca do carrinho é Schuco, alemã porém é fabricado na China, um fenômeno mundial quando se trata de marcas tradicionais. Possuo um notebook Gateway comprado há quatro anos nos Estados Unidos que é  "made in China".
Quando meninos eu e meu irmão tínhamos um Schuco escala 1:18 a corda que tinha câmbio de quatro marchas comandado por uma alavanca que saía do painel, de uma grelha tipo Ferrari, e direção que funcionava. O carro era um Veritas BMW, um brinquedo apaixonante. É uma pena que não o tenha mais.
A roda traseira esquerda desse Audi/Schuco não desmonta: ela se soltou por quebra da fixação quando o neto brincava com ele (a roda por enquanto está desaparecida). Quando examinei o eixo,  tive a grata surpresa de constatar que a roda era solidária ao disco, como no mundo real, e que o disco girava ficando a pinça imóvel, como você pode ver no vídeo. Para quem gosta de carro e de coisas mecânicas, uma alegria só.

BS

Bela foto de um cupê Buick Rivera 1996 dentro de um túnel de vento. Essa imagem é de um catálogo do modelo, e traduz a vontade de mostrar que o carro tinha boa aerodinâmica.

Esse modelo me parece bastante inspirado pelo Lexus SC300/400, surgido em 1991, um cupê  de formas suaves, que fez um relativo sucesso no mercado americano. Alguns exemplares chegaram por aqui no Brasil, mas estão completamente sumidos. Havia me esquecido completamente desse Lexus, até que vi essa foto do Riviera.

JJ
Não foi a primeira vez, já deveria haver aprendido. Com o tempo, GPS e outros gadgets automobilísticos têm-se tornado cada vez mais confiáveis, com maior precisão, uploads e downloads espalhados na internet atualizam-nos com rapidez impressionante, surge um novo radar em qualquer ponto de São Paulo ou do país, na semana seguinte têm-se atualizações disponíveis.
Bom, aluguei um Golf Plus em minha última viagem à Alemanha. Pedi com GPS, como usualmente faço há anos, desta vez uma interessante combinação com aparelho de rádio básico.
A primeira checagem, se o equipamento "falava" inglês, OK, fácil, rapidamente ajustei para o endereço objetivo, saída do aeroporto de Frankfurt, nenhum mapa de back-up, em menos de duas horas estaria no hotel do primeiro pernoite. Na manhã seguinte, de lá para a empresa, fácil também, para as cidades vizinhas, igualmente, familiarização imediata.
Estava trabalhando próximo a Trier, uma das cidades mais antigas da Alemanha a não mais de 40 km de Luxemburgo. Planejei então conhecer ambas assim que concluísse meus compromissos. Trier foi visitada na sexta-feira 9 de julho, principais pontos turísticos, verão europeu é tudo de bom.
De lá a Luxemburgo, a história mudou. Não aparecia no GPS! Segui de qualquer maneira, guiando-me pelas placas, deixando o entender-me com o equipamento para mais tarde, evitando assim, chegar depois do anoitecer.
GPS e rádio integrados, boa idéia: por que não aqui?
Somente os países Alemanha, República Checa e Polônia e suas respectivas cidades estavam carregados naquele aparelho. Imaginei que o GPS pudesse funcionar ao menos como um orientador, usando o pointer e coordenadas, tentei adicionar as do hotel, nada. Pior, não falo nada de francês e sei que por essas paradas, poucos dominam o inglês.
Lá fui eu, parei num bar, nem a atendente, nem o dono falavam além do francês. Havia um senhor alemão tomando cerveja com um grupo de amigos, 20h, perguntei do hotel, deu-me algumas indicações, suficientes para encontrá-lo... várias voltas e minutos depois.
Tela do GPS com "apagão" de informações
Na falta de GPS, de volta às placas
Dia seguinte, depois de percorrer quase todo "o país" a pé, hora de seguir para o aeroporto de Frankfurt, devolver o carro e tomar o avião de volta pra casa. Coloco o destino no GPS, mas este seguia no apagão total. Pensei, assim que sair de solo luxemburguês volta a funcionar, até lá, placas me orientariam.
VW Fox brasileiro em solo europeu: haverá próximo? Quando?
Retornando à normalidade: a menos de duas horas de Frankfurt
Dito e feito, passados poucos quilômetros da divisa dos países, lá estava ele, operacional de novo. Analisando minha viagem, cometi uma série de erros. O primeiro, nada é tão automático, o planejamento estava só em minha cabeça, nenhuma ação efetiva, sabia de muito tempo que em solo francês e Luxemburgo só se fala inglês nas recepções de hotéis, mais nada, nenhum mapa. Há anos vou à Alemanha a trabalho ou passeio, o último mapa que usei foi em 1998, nem sei onde está. Felizmente, os contra-tempos duraram apenas minutos.
Portanto, a quem for alugar carro para andar na Europa, em qualquer país, mapas seguem sendo imprescindíveis. Planejamento de pontos de parada, idem, não estamos no Brasil, onde viajar sem destino é bom e oferece poucos riscos.
Indicadores: velocidade de Autobahnen alemãs, temperatura externa de verão brasileiro.
CZ
Há algum tempo venho pensando em publicar este álbum de motores.

Ele é parte do livro “Motor a Gasolina – Com Suplemento Diesel”, do Engenheiro Victor João Szankowiski, e editado pela Editora Industrial Teco Limitada, sendo que meu exemplar é da 4ª edição, de 1965.

É obra de arte de um entusiasta por engenharia e por motores, com inúmeras preciosidades que não são mais encontradas em livros modernos.

Várias das imagens a seguir mostram motores que eram realidade há 50, 60 anos, em toda sua intimidade mecânica e numérica, contrastando com motores modernos, com tecnologias muito mais avançadas, mas que pelo convívio já nem mais as notamos.

Apresentar estas imagens a vocês, caros leitores, seria uma oportunidade para que notassem o quanto a tecnologia de motores evoluiu nestes últimos anos e, mais do que isso, mostrar que o automóvel do passado era uma máquina relativamente simples porém ineficiente, tornando-se cada vez mais complexa para atingir uma maior eficiência.

Este era meu objetivo a princípio.